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Pro Tork anunciou novos capacetes, pneus e escapamentos no Salão Duas Rodas

Reconhecida como a maior fabricante de motopeças da América Latina e líder mundial na produção de capacetes, a marca foi um dos grandes destaques do Salão Duas Rodas, chamando a atenção de todos com anúncios, lançamentos e ações diferenciadas. Confira abaixo!

Diretor-presidente do Grupo Pro Tork, Marlon Bonilha. Linha off road para cada tipo de atividade está a caminho.

Investimento de R$ 100 milhões em nova fábrica de pneus

O investimento na nova fábrica de pneus em Siqueira Campos (PR) ultrapassa os R$ 100 milhões. A operação inicia em janeiro de 2020, criando 500 empregos diretos em sua primeira fase. Os produtos para motos street e off road, de baixa e média cilindradas, serão distribuídos em mais de 60 países. Na ocasião, foi apresentado o primeiro modelo da marca, intitulado STR 7000. Ele será disponibilizado para as motocicletas Biz, nas medidas 80/100-14 e 2.50-17, e Titan, 90/90-18 e 2.75-18.

Escapamento certificado pelo Inmetro

Escapamento com selo do Inmetro só Pro Tork

A Pro Tork também comunicou na feira que é a primeira empresa brasileira a ter seus escapamentos certificados pelo Inmetro. Para isso, teve que conquistar o ISO 9000, se adequando a uma série de normas técnicas que estabelecem um modelo de gestão da qualidade. Quem ganha é o consumidor, com um produto testado e aprovado, inclusive o nível de ruído.

Capacetes se destacam entre os lançamentos

Uma série de lançamentos foi apresentada pela marca no evento, sendo que os capacetes chamaram a atenção pelo design moderno e tecnologia aplicada. Na linha off road, todos os olhares se voltaram para o New Cross Fast. Já na linha street, o G8 Evolution, New Atomic Elite, New Liberty 3 e Attack Elite prometem invadir as prateleiras das lojas em breve. Vale ressaltar as três certificações da empresa para os cascos: Inmetro, DOT (EUA) e ECE (Europa).

Atrações radicais Pro Tork garantem adrenalina

Nada mais característico da marca que uma boa dose de adrenalina. No lado de fora do Salão Duas Rodas, a temperatura esquentou com shows diários de suas atrações radicais. Alto Giro, Cachorrão, Phyra e Luquinha mandaram ver, apresentando o melhor do wheeling, drifting e borrachão, levando milhares de visitantes ao delírio com suas manobras.

Para o diretor-presidente do Grupo Pro Tork, Marlon Bonilha, a palavra sucesso resume a participação da empresa no Salão Duas Rodas. “Foi um grande marco, representando a mudança do posicionamento da marca no mercado. Estamos cada vez mais próximos de nossos clientes, investindo em qualidade e tecnologia, e isso tem refletido diretamente nas vendas. Estão todos muito satisfeitos, a sensação é de dever cumprido. Agora é continuar trabalhando para levar o melhor ao mercado. Nos aguardem que estaremos de volta em 2021 com muitas novidades”, finaliza.

Sobre a Pro Tork: A Pro Tork é a maior fábrica de peças e acessórios para motocicletas da América Latina e também a líder mundial em capacetes, tendo em seu catálogo mais de 40.000 itens de fabricação própria no Brasil. Localizada na cidade de Siqueira Campos, ao norte do estado do Paraná, a empresa negocia com mais de 60 países. Sua história teve início em 1987 com a fabricação de escapamentos de forma artesanal.

Royal Enfield inaugura dia 30 sua concessionária em BH, Minas Gerais

A Royal Enfield, marca de motocicletas mais antiga do mundo em produção contínua, inaugura sua primeira loja exclusiva em território mineiro no dia 30 de novembro, na capital Belo Horizonte. A Royal Enfield BH é a sexta no Brasil e integra o plano de expansão da marca, que visa ter 10 pontos de venda, em diversas regiões do País, até março de 2020.

Uma das principais atrações da abertura será a chegada da Himalayan Sleet, nova versão – em edição especial – da motocicleta mais vendida da marca no Brasil, que estará disponível para venda na unidade mineira. Recém-lançado no Salão Duas Rodas, este modelo destaca pintura camuflada e kit de acessórios inclusos, como malas laterais metálicas e protetor de motor, conferindo um visual mais aventureiro e versatilidade.

Modelo Himalayan Sleet

Segundo o diretor Geral da Royal Enfield Brasil, Cláudio Giusti, existe uma grande expectativa pela chegada ao mercado mineiro. “A abertura de uma concessionária na região era uma demanda constante dos fãs da Royal Enfield. Acreditamos que a facilidade de acesso, inclusive para os serviços pós-venda, será fundamental para atrair novos consumidores”, explica.

Além de toda a linha de motocicletas Royal Enfield vendidas no Brasil, que engloba ainda os modelos Himalayan 410, Classic 500 e Bullet 500, a loja conta com o portfólio completo de roupas; acessórios, como luvas e capacetes; e itens para personalização.

Projetada dentro do padrão global de lojas da Royal Enfield, a nova loja oferece uma estrutura completa aos entusiastas e clientes da marca, com oficina e a possibilidade de realizar test rides dos diversos modelos disponíveis no Brasil. A equipe foi capacitada por profissionais da matriz e oferecerá o padrão global de serviços de pós-vendas da marca. “Ao saber que a Royal Enfield estava buscando um parceiro em Belo Horizonte para concessão, ficamos empolgados e vamos focar toda nossa vasta experiência no segmento de veículos e a credibilidade do Grupo Valence no mercado para atender os clientes e fãs da marca na região”, destaca o diretor Comercial do Grupo Valence, Sérgio Costa.

Royal Enfield BH – @royalenfieldbh

Avenida Barão Homem de Melo, 2.510

Tel.: (31) 2116-2000

Fotos Gustavo Lovalho, texto divulgação.

Sobre o Grupo Valence – Líder Renault em Minas Gerais, o Grupo Valence completou 20 anos de atuação no segmento de automóveis na grande Belo Horizonte. São seis concessionárias de veículos de passeio e motocicletas localizadas em pontos estratégicos da Grande BH, além de um Centro Automotivo. Possui também uma loja de seminovos multimarcas. No segmento de máquinas pesadas e equipamentos, possui a Valence Máquinas. O grupo Valence possui cerca de 300 funcionários, distribuídos para atender seus clientes, oferecendo sempre um ótimo atendimento e garantindo o melhor negócio para seus consumidores.

Emplacamentos de motos cresce 17,79% em janeiro de 2019

A Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores divulgou, nesta terça-feira, 5 de fevereiro, o desempenho do setor automotivo no primeiro mês do ano.

Os emplacamentos de veículos novos, considerando todos os segmentos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros) somaram 303.319 unidades, o que representa alta de 12,73% na comparação com janeiro do ano passado, quando foram emplacadas 269.075 unidades. Na comparação com dezembro de 2018 (331.124 unidades), o resultado foi 8,40% negativo.


“O que vemos é que os bancos estão mais maleáveis na oferta de crédito e na concessão de financiamentos, principalmente, no que se refere aos modelos de baixa cilindrada. Atualmente, a cada 10 fichas cadastrais, cerca de 4 são aprovadas”. Carlos Porto, Vice-Presidente do Segmento de Motocicletas da FENABRAVE.

Carlos Porto, Vice-Presidente do Segmento de Motocicletas da FENABRAVE.

Em janeiro, o mercado de motocicletas somou 90.722 unidades, o que significa avanço de 17,79% sobre janeiro de 2018 e 7,92% sobre dezembro passado. Para Carlos Porto, Vice-Presidente do Segmento de Motocicletas da Fenabrave, o resultado consolida a retomada do mercado, impulsionada pela melhoria na concessão do crédito.

Projeções 2019

No início de janeiro, a FENABRAVE divulgou suas projeções para o ano, que contemplam aumento de 10,1% nas vendas totais, de todos os segmentos.

Segundo as projeções da FENABRAVE, o Segmento de Implementos Rodoviários deve ter expansão de 8,8% e o mercado de motocicletas deverá ficar 7,3% acima do volume registrado em 2018, superando 1 milhão de unidades.

Para os Segmentos de Automóveis e Comerciais Leves somados, a expectativa é de alta de 11%. As vendas de Caminhões devem seguir avançando, porém, em ritmo menos intenso. Com isso, a entidade espera alta 15,4%.

Para Tratores, a expectativa é de 1,15% de crescimento e, para Máquinas Agrícolas, a projeção é de 1,85% de alta, porém, o desempenho está relacionado aos recursos liberados pelo BNDES.

Não se engane com a aparência da nova Himalayan ela não é o que parece

Se livre de quaisquer preconceitos que tenha em relação a uma moto importada on-off Road de origem indiana. O inédito modelo da Royal Enfield no Brasil oferece mais do quê seu exterior revela. Confira!

Arun Gopal, Diretor de Negócios Internacionais da Royal Enfield e Claudio Giusti,
Diretor Geral da Royal Enfield no Brasil

Texto: Marcel Mano

Fotos: Divulgação Royal Enfield e Marcel Mano

A Himalayan nasceu do desenvolvimento de cinco anos e testes em vários terrenos off-road e perímetro urbano, além dos campos de prova como no aeródromo britânico de Bruntingthorpe – com vários tipos de circuitos, e na pista de corrida de Sriperumbudur, em Chenral, na Índia, a partir do zero a Royal Enfield Himalayan. Lançada em 2016, passa agora a ser comercializada no Brasil, por R$ 18.990,00, sem frete incluso, nas cores Granite ou Snow.

Seu motor monocilíndrico de 411 cc (LS410), comando por corrente, duas válvulas, arrefecido a ar e assistido por radiador de óleo – sistema com capacidade total de 1.800 ml do óleo semissintético SAE 15W 50, injeção eletrônica que desenvolve potência máxima de 24.5 BHP (24.16 CV) @ 6500 RPM e torque de 32 Nm @ 4000-4500 RPM leva uma injeção eletrônica Keihin (japonesa), e um preciso e bem escalonado câmbio de cinco velocidades com embreagem deslizante.

Protetor de cárter é item de série e além de defender o cárter abriga o canister .

O propulsor basicamente nasceu Euro 4, o catalisador e escape conta com sensor de oxigênio, o canister do sistema EVAP – evita que os vapores de gasolina escape do tanque de combustível para a atmosfera,  fica situado entre o cárter e protetor de cárter, as EFI ECU e sensor de inclinação ficam sob o assento e a ECU sob o tanque de combustível.

Acesso do ajuste da pré-carga é realizado pela parte de baixo da balança.

 O chassi é um berço duplo desmontável.  Suspensão dianteira convencional com barras de 41 mm de diâmetro e 200 mm de curso, enquanto a traseira leva um monoamortecedor com link e sete níveis de ajuste da pré-carga da mola, com 180 mm de curso.

Os freios, a disco em ambas as rodas, assistido por ABS (Bosch) de duas vias com os flexíveis do tipo Aeroquip e utilização do fluído do Tipo DOT 3 ou 4. Na dianteira o disco de 300 mm de diâmetro tem pinça de dois pistões Bybre – Brembo na Índia, que trabalha montado em roda raiada, aro de aço, de 21 polegadas e pneu Pirelli 90/90-21.

Disco de 240 mm de diâmetro, pinça de único pistão, na traseira e roda raiada de 17 polegadas montada com pneu Pirelli MT-60 120/90-17.

132 km em estrada de terra, estrada vicinais, rodovia e trilha

Ao guidão, a ergonomia é um ponto forte. Ao rodar, o conjunto de direção, chama a atenção. Firme, preciso e macio, pareceu do tipo assistido, transmite enorme sensação de segurança.

Na terra atenção especial ao limite da pressão nos freios a disco com sistema ABS. Precaução com o traseiro que apresenta maior sensibilidade nesse tipo de piso.

Vale lembrar que para todo o roteiro a suspensão traseira estava regulada na mais dura e a pressão dos pneus estavam levemente baixa, em relação a recomendada no uso urbano.

A Himalayan parece ter encontrado seu segundo ambiente, a mão nas mudanças de direção, frenagens e derrapagens.

O assento de dois níveis a 800 mm de altura do solo é confortável e a condução na posição em pé, tudo fica ao alcance, braços relaxados no guidão com acesso aos comandos, joelhos no tanque e pernas esticadas e levemente flexionadas.


Observo na Himalayan a frente, que mesmo no chão de terra, o para lamas, a placa e seu suporte não apresentavam as típicas vibrações, responsáveis pela quebra de placas e suportes, depois de um tempo.

Dez quilômetros depois um trecho bastante sinuoso da estrada dos Romeiros, novamente surpresa com o conjunto de direção. Trecho travado com máxima de 50 km/h, a terceira marcha é suficiente. Ausência de vibrações.

Na condução em cruzeiro, realizando jogo de corpo, projetado para fora do assento nas curvas, zigue-zague e o comportamento permaneceu neutro, um modelo para iniciantes e novatos. Se somarmos tais características a baixa altura do assento ao solo, por que não para o público feminino?

Sua ciclística é resultado da somatória de todo o conjunto, inclusive do motor que até então não apresentava vibrações típicas de monocilíndricos desse volume. O Baixo centro de gravidade também contribui em grande parte para a condução prazerosa no on-on-off road.

Na Rodovia, quinta marcha, 5.750 RPM, velocidade de cruzeiro no painel de 120 km/h – peso 75 quilos, mais cerca de uns 185 quilos da Himalayan com os fluidos, freios e suspensões, pouco mais de ¾ de gasolina no tanque com capacidade para 15 litros.

Vibração muito pouco perceptível, a Himalayan não chimou, não sinalizou oscilações e seu para brisa corta bem o vento, com conforto e segurança. O motor atende ao propósito da sua entrega, retomadas graças ao alto torque, potência utilizável a baixas rotações, e suavidade em quarta e quinta marchas. A adequação à gasolina brasileira é imperceptível, sem engasgos, desacelerações, retomadas e outras condições. O som do escapamento agrada.

Nas fotos o punho esquerdo com a alavanca de acionamento do “afogador”, para países com frio extremo.

Não conformado com a quase nula vibração do conjunto, por um breve instante desci uma marcha, agora em quarta, 120 km/h, 6.000 RPM, chegou a vibração que não se alterou muito aos cerca de 130 km/h a 7.000 RPM, quando o sistema de corte, entra em ação – lembre quarta marcha. Em quinta marcha a rotação de corte parece muito mais distante, porém as condições de testes não eram ideais para colocar essa teoria em pratica.

A Himalayan foi apresentada a imprensa e influencers no Brasil, dia 24, em São Paulo.

Os freios ABS na terra, reproduz asfalto, com o traseiro mais sensível. Numa marginal num longo trecho de reta alicatei os freios, simulando uma situação de emergência, uma única vez, as velocidades de 40, 60 e 80 km/h. O comportamento foi o esperado em veículos equipados com sistema ABS: curta distância percorrida sem arrasto ou mudanças de direção. A atenção aos componentes e projeto do conjunto do sistema de freios justifica.

Quando acionado o dianteiro, até o limite, o ABS se comporta sem travar de qualquer forma a roda, a suspensão não afunda em demasia, e a transferência de peso não são suficientes para alavancar. Enquanto na  traseira, quando acionado da mesma forma, o ABS entra em uso daquela forma de trava libera, trava libera. Esse tipo de atuação é que requer um pouco mais de costume na condução em pisos mais lisos, inclusive na terra.

Comprei terreno – jargão off-road para tombos

Em uma curva na qual o piloto a minha frente estava parado no meio da trilha, tirei para o lado da mata. O sensor de inclinação entrou em ação cortando a alimentação e ignição. A moldura/suporte protegeu o tanque e a lateral de qualquer contato com o solo, somente o pezinho do pisca que quebrou – todo o conjunto lâmpada LED, lente e pezinho são vendidos por R$ 65,00 pela Marca.

A trilha seguiu por longos percursos em subida com cerca de 60 graus de inclinação e piso de relva, terra seca e lama. A altura, ângulos, geometria, suspensões, rodas raiadas da Himalayan favorecem superar cavas e valas com certo conforto e segurança. Os pneus Pirelli MT-60 se apresentaram neutros, respondendo melhor que o esperado nesse tipo de piso.

Na descida, mesmo com grande inclinação, o freio motor em primeira marcha, e jogo de corpo,  foram suficientes, além de eventuais aceleradas para embalar ou superar cavas, valetas e obstáculos.

Em uma única ocasião a pedaleira bateu em um toco. A temperatura do motor se elevou muito pouca coisa em relação a condução anterior, não chegando a incomodar ou mostrar mudanças no funcionamento.

No QG do Himalayan Ride, 132 km rodados, calculei o consumo médio em cerca de 35,2 km/l, melhor que as médias de 22 a 33 km/l relatadas. Pena não ter tido a oportunidade em conduzi-la em trânsito típico dos grandes centros urbanos.


A Himalayan atende a proposta aventureira, ainda mais para quem curte um estilo retro ou mesmo uma on-off Road da velha escola europeia, diferente da profusão de japonesas.

A Himalayan representa metade das vendas dos modelos Royal Enfield nos Estados Unidos, Europa e Austrália.


Claudio Giusti, Diretor Geral da Royal Enfield no Brasil posiciona a Himalayan como o modelo perfeito para o turismo de aventura de longas distâncias. “É adequada para percursos longos em terrenos difíceis, mas ao mesmo tempo é adaptada para o uso em grandes cidades”, explicou.

 Himalayan veio para diversificar o turismo
de aventura no Brasil 

Preços dos modelos concorrentes:

– R$ 5.000,00 é o que a separa da Honda XRE 190, – R$ 7,5 mil da Yamaha Crosser 150Z. +2,5 mil comparado com as ainda existentes unidades da Yamaha Ténéré 250 2019 ou + 2,0 mil na Yamaha Lander 250 ABS 2019 e + 8 mil por uma Honda CB 500X. Ainda – 300 Reais em relação a Honda XRE 300 Rally. + 3 mil para a Kawasaki Versys 300-X e + 5,5 mil na BMW G 310 GS.

No segmento de turismo de aventura – 250 a 500 cc, a Himalayan agrega itens de série normalmente opcionais em outras marcas, como proteções e suportes prontos para malas e tanques adicionais. Além de capas em borracha (amortizador) nas pedaleiras, protetor do cárter, freios ABS com pinças Bybre – Marca da Brembo na índia desde 2009 (equipa inclusive a KTM Duke 390 e BMW G310 GS), para-brisa regulável em duas alturas, freios a disco e sistema ABS em ambas as rodas com flexíveis tipo Aeroquip e cavalete central.

Ainda, Lampejador de farol, contrapesos no guidão, tampa tipo aeronáutica com tampa protetora do miolo da tampa do tanque de combustível com capacidade de 15 litros, suspensão traseira regulável na traseira, lâmpadas LED – exceção farol, aviso de apoio lateral baixado, indicador de marchas, serviço, computador completo e bussola.


– Para o transporte diário, aventuras e viagens.
– Sistema ABS nas duas rodas a disco com pinças Bybre/Brembo e flexíveis do tipo Aeroquip – recoberto por malha de aço.
– Peças de manutenção e reposição a preços razoáveis com itens de grande rotatividade em nosso mercado.


Quando Arun Gopal, Diretor de Negócios Internacionais da Royal Enfield disse que: “a Himalayan é uma motocicleta simples e capaz de ir a qualquer lugar”. 

Creio que ele também se referia a simplicidade e soluções de itens para manutenção ou reparos:  como uma bomba de elétrica de combustível não blindada no interior do tanque de combustível, com fácil acesso externo.

Iluminação da lanterna, luz de freio, placa e piscas em LED a exceção da lâmpada incandescente do farol, pelo fato da enorme disponibilidade desse tipo de lâmpada em todo o Mundo em contrapartida a lâmpada LED. Um exemplo, no comercio a lâmpada incandescente  h4 60/55w Philips, custa R$ 13,90.

A mesma preocupação indicada na opção por um filtro de ar de elemento seco, em contrapartida a um filtro de espuma, pois nem sempre se poderá ter a mão recursos para sua limpeza.

Não gostei! – Modelo para o Brasil não oferece sistema de segurança que equipa Himalayan nos Estados Unidos, luz de freio pisca com intensidade diferente conforme a força da frenagem para avisar veículos atrás.

A disponibilidade de ofertas de itens de manutenção e reposição são encontrados a preços competitivos em nosso mercado.

– Litro óleo semissintético SAE 15W 50 R$ 18,20

– Bateria 12V – 8 AH MF battery R$ 200,00

– Pneu similar 90-90-21 54S TT Dianteiro Falcon / Tornado / NX400 R$ 119,99

– Pneu similar 120-90-17 64S TT Traseiro Falcon 400 / NX 400 R$ 169,99

– conjunto lâmpada LED, lente e pezinho original RE por R$ 65,00

-Fluído freio DOT 4 R$ 9,70

Abaixo, acessórios originais Royal Enfield para a linha Himalayan, ainda sem data e preços definidos.

Em fase final de homologação, inicialmente serão acessórios baús laterais, bolsas, guidão, assentos “confort” e proteção para a barra do guidão.

O kit de ferramentas que vêm na Himalayan é o essencial, faltou chave para a regulagem do amortecedor traseiro.

– 1 unidade Chave Allen 4mm;
– 1 unidade Chave Allen 6mm;
– 1 unidade Chave de vela;
– 1 unidade Chave com ponta fenda e na outra extremidade philips;
– 1 unidade tubo extensor para as chaves;
– 1 unidade de Chave Combinada aberta 17 mm e 13 mm;
– 1 unidade de Chave Combinada Fechada 24 mm e aberta 14 mm;
– 2 unidades de Chave Combinada aberta 10 mm e 12 mm;
– 1 Estojo de ferramentas.

Arun Gopal, Diretor de Negócios da Royal Enfield aproveitou a ocasião para anunciar maior crescimento em 2019, que nos últimos 20 meses, com a inauguração de 10 novas Concessionárias Royal Enfield, distribuídos pelas regiões Sul, Sudeste e centro-Oeste, nas cidades de Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília e mais uma em São Paulo.

Acredito que os negócios irão crescer rapidamente, quando; as concessionárias estiverem instaladas ao menos nos grandes centros consumidores e seguido da apresentação dos modelos bicilíndricos da Royal Enfield, Continental GT e Interceptor, em novembro, durante o Salão Duas Rodas e suas comercialização em 2020.

A segunda concessionária paulistana é especulada para o mês de Maio e outra em Ribeirão Preto ou Campinas – senão ambas, assim como a loja carioca para o final do ano, por enquanto rumores. Além das novas concessionárias, a chegada de novos modelos bicilíndricos de 650 cc da Royal Enfield.

Royal Enfield Himalayan, disponível nas cores Branca (Snow) ou Preta (Granite), por R$ 18.990,00, sem frete incluso. 24 meses de garantia da Marca, revisões a cada 5.000 km e trocas de óleo, filtro de óleo e elemento do filtro de ar a cada 10 mil km.

Vídeo da Himalayan no Brasil pela piloto Moara Sacilotti e cliente Royal Enfield convidado.

Vídeo da Himalayan nos Himalayans, na Índia.

Vídeo do Ride Himalayan, o qual participei a convite da Royal Enfield.

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

MOTOR

Tipo: Monocilindro, Resfriado a ar, 4 Tempos, SOHC

Cilindrada: 411cc

Diâmetro x Curso: 78mm x 86mm

Índice de Compressão: 9.5:1

Potência Máxima: 24.5 BHP(24.16 CV) @ 6500 RPM

Torque Máximo: 32 Nm @ 4000-4500 RPM

Sistema de Ignição: Ignição Eletrônica Digital

Embreagem: Multidiscos banhados a óleo

Câmbio: 5 marchas

Lubrificação: Cárter úmido

Sistema de Combustível: Injeção eletrônica de combustível

Partida: Elétrico

CHASSI

Tipo: Berço duplo desmontável

Suspensão Dianteira: Telescópica, 41 mm de diâmetro, 200 mm de curso

Suspensão Traseira: Monoamortecida com link, 180 mm de curso

Distância entre eixos: 1465 mm

Distância do solo: 220 mm

Comprimento: 2190 mm

Largura: 840 mm

Altura do Assento: 800 mm

Altura total: 1360 mm (com o para-brisa)

Capacidade do Tanque: 15+/-0.5 lts

Peso: 185 Kg

FREIOS E PNEUS

Pneu Dianteiro: 90/90-21″

Pneu Traseiro: 120/90-17″

Freios Frontais: Disco Brembo de 300mm de diâmetro

Freios Traseiros: Disco único de 240mm de diâmetro

ABS: ABS de duplo canal

Onde encontrar:

ROYAL ENFIELD SÃO PAULO

Avenida República do Líbano, 2099 Moema CEP:04502-100 São Paulo – SP Brasil

Landline: (+55) 11 5051 7700

PARA CONTEÚDO DESSE TIPO, ENTRE EM CONTATO.

Jawa, Ducati e Locman

Menos de um mês dos lançamentos da Jawa Motos, em novembro na India, as motos estão esgotadas até setembro de 2019. Assim, as reservas on-line para a Jawa e a Jawa Forty-Two foram encerradas dia 25 de dezembro. Enquanto isso, as concessionárias continuarão a aceitar reservas para entregas depois de setembro. Com cerca de 100 concessionárias até dia 15 de fevereiro, todas estarão abertas para testes drive e construção de relacionamento com a Marca. #classiclegends #mahindra #MahindraeMahindra #M&M #tmoto #dumano #chassisblog #trafga #primeirocliche #Jawa #jawamotos

Ducati deve ter modelo elétrico ainda este ano: CEO Ducati, Claudio Domenicalli, declara em evento na Universidade de Bolonha que “o futuro é elétrico. Não estamos longe de iniciar a produção da série.” A equipe da UniBo Motorsport da Universidade de Bolonha participou do acontecimento com uma motocicleta elétrica desenvolvida com a supervisão da Ducati, com chassi de fibra de carbono e motor elétrico que permitiram registrar 3,85 s no teste de aceleração de 0 a 100 km/h. #tmoto #dumano #chassisblog #trafga #primeirocliche #ducati #universidadedebolonha #ofuturoeeletrico #audi #eletrificados #eco #eletrico #mobilidade #unibomotorsport #ducaticorse #borgopanigale  @Ducati Unibo Motorsport – Collamarini @Ducati Cordoba @Universidade de Bolonha

Relógios Ducati-Locman apresentada na Pitti Immagine- Como no ano passado, a Ducati e a Locman – fabricante de relógios baseada na Ilha de Elba (Toscana, Itália) – estarão juntas na Pitti Immagine para apresentar a última linha de produtos exclusivos e de alta tecnologia. Relógios esportivos para aqueles com uma paixão pelo talento e motocicletas italianos. Os dois centros de estilo das empresas italianas se uniram para criar relógios que incorporam suas marcas: espírito competitivo, tecnologia de ponta e paixão pelo design. A mais recente coleção Locman Ducati é composta por quatro modelos, cada um com um mecanismo diferente, com preços que variam entre 299 e 598 Euros – na Europa. #tmoto #dumano #ducati #locman #pittiimmagine #acessorios #moto #relogiosmasculinos

Yamaha Motor revê linhas gerais de visão a longo prazo

A Yamaha Motor Co.,Ltd. (TOKYO:7272) anunciou ontem que concebeu sua visão de longo prazo até 2030, bem como um novo plano de gerenciamento de médio prazo para o período de três anos que inicia em 2019.

Com relação à sua visão de longo prazo, a Yamaha Motor criou o slogan “ART for Human Possibilities” (ARTE para possibilidades humanas) e definiu uma estratégia de crescimento até 2030. A empresa implementará suas estratégias decrescimento promovendo soluções para problemas sociais com base nos seus próprios valores históricos, para diversificar cada vez mais os valores das pessoas e o ambiente nas sociedades.


Apesar de manter o poder de rentabilidade dos negócios existentes, o novo plano de gerenciamento de médio prazo alocará recursos para áreas de crescimento estratégicas como novos negócios, e trabalhará para alcançar vendas líquidas consolidadas de 2 trilhões de ienes e uma receita operacional consolidada de 180 bilhões de ienes.

Yamaha Motor Co., Ltd.

Naoto Horie, +81-3-5220-7211

Divisão de Comunicação Corporativa

Equipe de RP globais

Fonte: https://global.yamaha-motor.com/news/2018/1211/mtp.html

Novo Metzeler Cruisetec™ à venda em 2019

Durante a CUSTOM BIKE-SHOW que abriu as portas em Bad Salzuflen,Alemanha, a METZELER revelou o novo CRUISETEC™, um pneu Custom Touring desenvolvido para otimizar o desempenho de V-Twins modernas e antigas e pensado para motociclistas que querem ter o máximo de suas motocicletas em termos de dirigibilidade e aderência.

Com o novo CRUISETEC™, a METZELER estende a bem-sucedida gama V-Twin para usos voltados à performance. Este pneu melhora a dirigibilidade de motos atuais e antigas, fornecendo aderência extraordinária mesmo no piso molhado,consistência de desempenho de vanguarda e características inovadoras de estabilidade. O CRUISETEC™ oferece especificações revolucionárias de desenho da banda de rodagem, receita de compostos e estrutura de carcaça na produção de pneus para motocicletas V-Twin.

A METZELER desenvolveu o CRUISETEC™ para responder às necessidades de motociclistas que buscam passeios emocionantes e despreocupados e viver sua paixão pelas V-Twin que podem ser customizadas tendo em vista o desempenho. O CRUISETEC™ foi projetado para lidar com a última geração de Cruisers e Tourers,máquinas que os fabricantes mais relevantes do segmento estão equipando compeças de alta performance e os mais recentes recursos eletrônicos. Com o pneu METZELER CRUISETEC™, essas motos podem expressar todo o seu potencial de agilidade,maiores ângulos de inclinação, estabilidade aprimorada, conforto, menor distância de frenagem e maior velocidade nas curvas. Graças à combinação inovadora de características tecnológicas – incluindo inovações de ponta da indústria – pilotos experientes e novatos de V-Twins podem curtir um desempenho aprimorado, confirmando com folga o slogan da Metzeler “Performance Aperfeiçoada”.

Os principais benefícios do novo CRUISETEC™ para o piloto são:

• Curtir o desempenho, o que significa grande dirigibilidade, tomada e manutenção de linha, resposta imediata em todas as situações, mesmo no molhado e com aderência em curvas, e sensação de segurança aprimoradas.

• Consistência de performance, oque significa que a dirigibilidade é preservada por toda a vida útil do pneu graças à combinação de um sólido desenho de banda de rodagem com seu contorno de curvatura constante e layout bi-composto que preserva o perfil do pneu graças ao desgaste uniforme.

• Pilotagem suave e sem esforço graças à manutenção de linha maximizada ao se entrar e manter ângulos de inclinação.

• Maior confiança e segurança, também em piso molhado,que se deve à efetiva interação dos pneus com os recursos eletrônicos.

O METZELER CRUISETEC™, foi desenvolvido para responder às necessidades de desempenho de pilotagem de V-Twin e complementar o portfólio da METZELER para V-Twins, que agora consiste de:

CRUISETEC™, aperfeiçoando a performance das V-Twins de ontem e de hoje;

ME 888 Marathon™ ULTRA apresenta uma variedade incrível que inclui flanco branco, flanco laranja e medidas extra-largas;

ME77 Perfect, um desenho de banda de rodagem vintage desenvolvido para melhorar a pilotagem de customizações old-school.

O novo pneu CRUISETEC™ estará disponível a partir de janeiro de 2019 nas seguintes medidas:

Levorin celebra 75 anos com lançamentos em duas rodas

A segurança e conforto dos pneus Levorin Matrix Scooter  são comprovados por meio de inúmeros testes auditados, realizados com seis pilotos e três modelos de scooters. Testes realizados inclusive em piso molhado.

Conforto, aderência e segurança são os pilares dos lançamentos Levorin, que incluem uma ampla gama de pneus para scooter e bicicletas, produtos 100% brasileiros que oferecem desempenho e qualidade. As novidades estão disponíveis em todo país, com aplicação em scooters de 100 a 300 cc de diversas marcas. 

“Liderem reposição nos segmentos de pneus de bicicletas (América do Sul) e de motocicletas (Brasil), a Levorin está investindo no Brasil. Apresentamos uma forte ampliação em nossa gama de produtos, com aplicações para diferentes segmentos, incluindo segmentos em que não atuávamos”, afirma Francis Ferreira, presidente da Levorin. “Um dos destaques é que retomamos o nome Matrix, referência em motos, muito bem-conceituado no país, oferecendo pneus para scooters de 100 a 300cc com design moderno e esportivo. A novidade chega para completar nosso portfólio de produtos com novas tecnologias,qualidade e confiança”, completa.

O novo pneu Levorin Matrix Scooter é um produto sem câmara focado no conforto do usuário, unindo aderência e segurança na frenagem em pista molhada com desempenho superior. Um dos destaques é seu desenho otimizado, com sulcos em aclive para melhorar o escoamento de água.

No desenvolvimento do Matrix Scooter foi utilizada tecnologia Impact absorption, com a construção PA FLEX para amortecimento e resistência. Composto com dois polimentos elastométricos, ganho em segurança e aderência nas curvas.

Mercado de scooters representa cerca de 38%, e as condutoras mulheres beira os 40%. Nova linha Levorin Matrix Scooter atende a 97% das necessidades atuais desse segmento.

CARACTERÍSTICAS DO PNEU LEVORIN MATRIX SCOOTER

  • Maior conforto para o usuário na pilotagem
  • Maior segurança e aderência
  • Referência de frenagem em pista molhada

Os pneus Levorin Matrix Scooter têm aplicação no canal de reposição (revenda devarejo) em diversos modelos à venda no mercado brasileiro, como Suzuki Burgman(90/90-10 e 100/90-10), Honda Lead (90/90-12 e 100/90-10), Yamaha NMax(110/70-13 e 130/70-13), Honda PCX (90/90-14 e 100/90-14) e Dafra Citycom 300i(110/70-16 e 130/70-16).

São 10 medidas disponíveis, cobrindo mais de 95% deste segmento. Para os pneus dianteiros, as medidas são 3.50-10, 90/90-10, 90/90-12, 90/90-14, 110/70-13,110/70-16. E para os pneus traseiros, são 100/90-10, 130/70-13, 100/90-14,130/70-16. O Levorin Matrix Scooter oferece a gama a mais completa do mercado.

Apresentação da Linha Levorin.

Paixão e trabalho: executivo roda 25 mil km de motocicleta pelo País

Unir a paixão por motos e o trabalho como diretor de expansão da inFlux English School foi o desafio que Eduardo Leal se propôs há dois anos. Desde 2016, ele percorreu 19 mil quilômetros sobre duas rodas visitando escolas da rede. Apaixonado por motos desde os 19 anos, Leal explica que a ideia surgiu de um projeto dos diretores da inFlux para visitar presencialmente as mais de 150 unidades espalhadas pelo Brasil.

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Eduardo Leal  em uma unidade inFlux.

A proximidade com os franqueados é uma marca da rede de franquias inFlux English School. “Nessa visita eu me aproximo do nosso franqueado, conheço a estrutura da escola e estreito laços” conta.

“Minha vontade é visitar todas as unidades, mas nós somos a rede de franquias de escola de idiomas que mais cresce no Brasil e sempre tem uma nova unidade para colocar no roteiro” ressalta. Depois de passar pelo Distrito Federal, o próximo destino já está definido. “Vou visitar as escolas de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, serão mais seis ou sete mil km para colocar na conta”.

No dia próximo dia 18, Leal estará em Brasília, participando da Convenção Nacional inFlux 2018 – com foco na capacitação dos seus franqueados a inFlux. Até lá, ele terá visitado 12 escolas nos estados de SP, MG e GO, somando mais 6 mil quilômetros aos já percorridos. Até o final de outubro, a expectativa é passar por 85 escolas.

Diego Djamdjian dispara flips no espetáculo radical “Adrenalina” freestyle na Turquia

Buscar desafios define Diego Djamdjian. Ao longo da carreira dominou manobras, incentivou o freestyle motocross no Brasil e chegou a eventos como o Nitro Circus. Em 2018 iniciou novo capítulo: Desde maio está na cidade de Antália, Turquia, onde integra “Adrenalina”. O espetáculo é realizado no complexo turístico Land of Legends, e batizado em referência à sensação do público diante da radicalidade das atrações.

FOTO CRÉDITO: LAND OF LEGENDS
FOTO CRÉDITO: LAND OF LEGENDS

Localizado na região do Mediterrâneo, o complexo Land of Legends reúne luxuoso hotel, shopping e parque temático. Este último onde Djamdjian participa de “Adrenalina”. O espetáculo integra o FMX às artes circenses, e tem um objetivo principal: proporcionar uma experiência inesquecível ao público.

Experiência resultante da combinação entre estrutura, qualidade dos artistas e dinâmica das sessões. Conceitualmente tudo é bem diferente dos shows realizados no Brasil, o que surpreendeu Djamdjian: “Cheguei com uma ideia, esperando algo parecido a um circo tradicional, mas é outra coisa. Totalmente diferente dos espetáculos circenses que conhecia. Há luzes, música ao vivo, lembra uma balada. É ótimo o freestyle motocross ganhar espaço nesse tipo de ambiente”, analisa Djamdjian.

FOTO CRÉDITO: LAND OF LEGENDS
FOTO CRÉDITO: LAND OF LEGENDS

Mas ganhar espaço significa encarar enorme desafio como piloto. Djamdjian entra em ação três vezes por semana, como parte do trio de pilotos de “Adrenalina”. E no final dos espetáculos dispara manobras individuais e em sequência com outros pilotos, incluindo backflips, algo que Djamdjian resume como “uma experiência de alto impacto para o público graças à combinação entre manobras, luzes e dinâmica do espetáculo”.

Ironicamente, os elementos que incrementam a experiência do público são os que aumentam o desafio. O piloto explica que a transição da escuridão para a explosão de luzes e saltar a partir de um corredor estreito exige da pilotagem: “Não é possível passar do lado, medir a distância antes do salto. É preciso foco e muitas horas de voo. Diria que não são todos os pilotos que encarariam”.

FOTO CRÉDITO: LAND OF LEGENDS
FOTO CRÉDITO: LAND OF LEGENDS

O freestyle motocross conquista cada vez mais espaço nos grandes espetáculos mundo afora. Prova maior dessa evolução é o interesse do Cirque de Soleil em incluir a modalidade nos seus números. Possibilidade que ressalta aspecto importante da carreira de Djamdjian: Além de buscar desafios, o piloto sempre está atento às novas oportunidades.