Arquivo da tag: AEA

Promot M5 entra em vigor nas motos 0 KM em 2023

Após cinco anos de efetiva contribuição técnica do programa Inovar-Auto e também nos primeiros dois anos ao Rota 2030, a AEA – Associação Brasileira de Engenharia Automotiva anunciou ontem, dia 26 de novembro, estar preparada para debater e encaminhar propostas às futuras regulamentações de emissões para veículos leves, pesados e motociclos, além da Indústria 4.0, capítulos previstos na fase II da principal política industrial do setor automotivo. Durante o encontro promovido, o novo presidente da entidade também foi apresentado, Besaliel Botelho.

No encontro de final de ano com a imprensa especializada foram apresentados os dados sobre as etapas do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (PROCONVE), além do Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares (PROMOT), até a atual fase M4.

Fases do Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares.

De acordo com Marcio Azuma, diretor executivo da AEA, ligado à área de regulamentações e certificações da Honda, nos últimos 10 anos, o Promot M5 está previsto para entrar em vigor em 2023 a partir de novos modelos, e em 2025 para todos os modelos em produção.

O Promot M5 adotará ajustes elétricos e eletrônicos calibrados para menores emissões de gases poluentes no meio ambiente e provavelmente uma luz indicadora, no painel de instrumentos, indicando anomalia nos níveis de emissões, assim tipo, a espia de anomalia no sistema de injeção, hoje mais comum nos modelos produzidos nos últimos anos.

Entidade ainda promoveu o lançamento oficial do “Desafio AEA de Manufatura Avançada” à rede pública do Estado de São Paulo, inicialmente, com o objetivo de estimular os alunos dos ensinos fundamental e médio em relação à Inteligência Artificial (IA) e Internet das Coisas (IoT), bases da Indústria 4.0.

Meandros da segurança, por Fernando Calmon

Jornalista Coluna do Calmon
Fernando Calmon

Os brasileiros dão mais importância a alguns recursos de conectividade do que motoristas de alguns outros países, conforme pesquisa comparativa feita pela operadora Telefônica, na Europa. Um exemplo: 30% dos brasileiros estão interessados em acessar as mídias sociais em automóveis, contra apenas 9% no Reino Unido. No entanto, conectividade está intimamente ligada à segurança e esse dois temas levaram a AEA (Associação Brasileira de Engenharia Automotiva) a organizar um seminário semana passada em São Paulo (SP).

Quando se trata do conceito mais amplo de Sistemas Avançados de Assistência ao Motorista (ADAS, na sigla em inglês) o viés de segurança se impõe. De acordo com a Bright Consulting, há diferentes taxas de aplicação dos sistemas ADAS. Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC, em inglês) e câmera de ré estão em 40% e 35%, respectivamente, dos veículos vendidos no Brasil e em 100% dos comercializados nos EUA.

No máximo 2% dos carros novos emplacados aqui vêm com detector de fadiga, assistente de manutenção de faixa e frenagem autônoma de emergência (AEB, em inglês). Na Europa a taxa de aplicação já supera 50% e os três itens estarão em 100%, obrigatoriamente, em 2021. As regulamentações no Brasil estão avançando e os cronogramas de adoção são mais lentos, basicamente pelo custo elevado das diferentes tecnologias e a necessidades de adaptações às condições de uso bastante severas no Brasil.

Entre os dispositivos citados o AEB reúne maior potencial de aumento da segurança viária por diminuir atropelamentos (ou a sua severidade) e até 40% das colisões em baixa e média velocidades (contra carros estacionados, em movimento ou parados, além de obstáculos fixos). Todos são fruto de distração, imprudência, negligência e algumas vezes de inabilidade ao volante.

Nos debates chamou-se atenção para o desenvolvimento de protocolos que levem em conta como os motoristas interagem com os sistemas de assistência e percebem as limitações. Os níveis de autonomia veicular variam de 1 a 5 em função da interatividade. Carros autônomos continuam a avançar, porém o prazo de sua chegada ao mercado ainda suscita dúvidas. Mesmo o nível 4, que dispensa qualquer atenção ao volante e aos pedais (eliminados no nível 5), ainda será muito caro para automóveis particulares. Esperam-se, primeiramente, aplicações comerciais, em frotas de uso intensivo e roteiros específicos.

A STÄRKX Automotive lembrou um ponto importante que, se esquecido, traz sérios problemas. Todos os sensores ADAS aplicados em espelhos retrovisores, para-brisas, grades, para-choques e outros componentes menos visíveis precisam ser recalibrados após uma colisão, substituição ou simples remoção para manutenção.

Também se deve considerar que carros elétricos estão suscetíveis a problemas de segurança específicos, quando enfrentam alagamentos ou sofrem colisões mais severas. Nesse casos, melhor se afastar imediatamente e procurar socorro especializado. Por esses motivos companhias no exterior estão cobrando muito caro pelo preço do seguro.

ALTA RODA

MINISTRO da Economia, Paulo Guedes, acenou para uma gradual redução das tarifas de importação. Uma curva progressiva: 1 ponto percentual (pp), no primeiro ano; 2 pp, no segundo; 3 pp, no terceiro; 4 pp, no quarto. No caso de automóveis significaria o imposto de importação cair dos atuais 35% para 25% ao longo de quatro anos, pela interpretação da coluna. 25% é tarifa máxima imposta pelos EUA à China, por exemplo. Resta saber se a indústria teria condições para exportar sem os impostos hoje incidentes.

RENAULT Kwid Outsider segue a fórmula aventureira, porém trilha o caminho de chamar atenção sem exageros. Preço de R$ 43.990 dentro do razoável. Há uma mudança mecânica estendida a todos os Kwids: freio dianteiro a disco ventilado, novo servofreio e pistões de pinça maiores. Sensação de toque e progressividade no pedal ficou melhor.

VERSÃO intermediária Comfortline do VW T-Cross – motor turboflex de 1 litro e câmbio automático 6-marchas – tem boa desenvoltura em cidade e nem tanto em estrada. O modelo de entrada, com câmbio manual, surpreende pela agilidade em qualquer situação. Espaço interno, ergonomia e comportamento dinâmico superam a média dos concorrentes.

NISSAN inaugurou na semana passada um Estúdio de Design, em São Paulo (SP), para aproveitar talentos locais no desenvolvimento de séries especiais e colaborar em projetos no exterior que podem chegar ao Brasil e em outros mercados. Líder da equipe é o americano de origem vietnamita John Sahs e conta, inicialmente, com seis especialistas brasileiros.

FERRAMENTA inovadora desenvolvida pelo consórcio digital http://www.carroparatodos.com.br, em parceria com o Grupo Disal, ajuda a planejar um possível lance vencedor por meio de simulações estatísticas e um algoritmo específico. Todo o processo é feito online e permite ao interessado uma flexibilidade na entrega do veículo, sem depender apenas da sorte.

fernando@calmon.jor.br e http://www.facebook.com/fernando.calmon2

DuMano comunicacaointegrada

Jornalista Coluna do Calmon
Fernando Calmon

Os brasileiros dão mais importância a alguns recursos de conectividade do que motoristas de alguns outros países, conforme pesquisa comparativa feita pela operadora Telefônica, na Europa. Um exemplo: 30% dos brasileiros estão interessados em acessar as mídias sociais em automóveis, contra apenas 9% no Reino Unido. No entanto, conectividade está intimamente ligada à segurança e esse dois temas levaram a AEA (Associação Brasileira de Engenharia Automotiva) a organizar um seminário semana passada em São Paulo (SP).

Quando se trata do conceito mais amplo de Sistemas Avançados de Assistência ao Motorista (ADAS, na sigla em inglês) o viés de segurança se impõe. De acordo com a Bright Consulting, há diferentes taxas de aplicação dos sistemas ADAS. Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC, em inglês) e câmera de ré estão em 40% e 35%, respectivamente, dos veículos vendidos no Brasil e em 100% dos comercializados nos EUA.

No máximo 2% dos…

Ver o post original 609 mais palavras

BMW Motorrad tem menor desvalorização entre motos grandes, segundo pesquisa “Maior Valor de Revenda”, da Autoinforme

A BMW Motorrad tem a menor desvalorização entre as motos grandes vendidas do país, de acordo com a pesquisa Maior Valor de Revenda, da agência Autoinforme. A montadora foi a única a conquistar duas vitórias em categorias acima de 1000 cilindradas durante a cerimônia de premiação, que aconteceu na última sexta-feira (20) em São Paulo.

As vencedoras foram a BMW S 1000 RR, que obteve o título de esportiva com menor desvalorização do país ao atingir o índice de apenas 11,9% no primeiro ano de uso; e a aventureira BMW R 1200 GS, que venceu a categoria Big Trail acima de 800 cc, com desvalorização de 12,1% no primeiro ano.

A pesquisa é realizada anualmente pela agência Autoinforme e considera motocicletas comercializadas no Brasil, apontando o seu potencial de retenção de preço após um ano de uso. Ou seja, quanto menor o índice de desvalorização do veículo, maior o seu valor de revenda.

“Estamos muito satisfeitos com os resultados conquistados pela BMW Motorrad na pesquisa de Maior Valor de Revenda. A baixa desvalorização dos modelos é fruto da altíssima qualidade dos nossos produtos e do nosso consistente trabalho de pós-vendas, criando uma experiência premium antes, durante e depois da aquisição do veículo”, define Matteo Villano, gerente Sênior de Vendas da BMW Motorrad Brasil.

Para mais informações sobre a BMW Motorrad Brasil acesse: 

www.bmw-motorrad.com.br

Sobre o BMW Group

 Com suas quatro marcas BMW, MINI, Rolls-Royce e BMW Motorrad, o BMW Group é o fabricante líder mundial de automóveis e motocicletas e também fornece serviços financeiros e de mobilidade premium. Como uma empresa global, o BMW Group opera 31 instalações de produção e montagem em 14 países e possui uma rede global de vendas em mais de 140 países.

Em 2017, o BMW Group vendeu cerca de 2.463.500 milhões de automóveis e 164.000 motocicletas em todo o mundo. O lucro antes de impostos em 2017 foi de aproximadamente 10,65 bilhões de euros em receitas de 98,678 bilhões de euros. Desde 31 de dezembro de 2017, o BMW Group tinha uma força de trabalho de 129.932 colaboradores.

O sucesso do BMW Group sempre foi baseado no pensamento de longo prazo e em uma ação responsável. Portanto, a empresa estabeleceu a sustentabilidade ecológica e social em toda a cadeia de valor, a responsabilidade abrangente de produtos e um claro compromisso com a conservação dos recursos como parte integrante da sua estratégia.

Fonte: BMW Motorrad tem menor desvalorização entre motos grandes, segundo pesquisa “Maior Valor de Revenda”, da Autoinforme

Prêmio Maior Valor de Revenda Motos 2018 acontece amanhã

Os modelos de motociclos com a menor índice de depreciação no mercado brasileiro no último ano – fabricadas no País ou importadas – recebem amanhã o selo do prêmio Maior Valor de Revenda Motos 2018, com a presença de dirigentes dos setores de produção e distribuição, entidades do setor de duas rodas e jornalistas especializados.

Joel Leite Maior Valor de Revenda (3)

O prêmio é resultado do estudo de depreciação de Veículos da Agência Autoinforme, idealizado pelo jornalista Joel Leite, feito com base na cotação de preços da Molicar – mesma base de valores utilizada no mercado e pela maioria das companhias de seguro, e indica as motocicletas que obtiveram os menores índices de depreciação com um ano de uso.

O estudo compara os preços praticados em diversas categorias das motos vendidas no primeiro trimestre do Ano, ante com o preço da moto usada, um ano depois. A diferença entre eles é o índice de depreciação, que determina os ganhadores do prêmio.

Realizado em parceria com a Textofinal, o prêmio completa o tripé Prêmio Maior Valor de Revenda, que já homenageia os setores de Carros e Veículos Comerciais.

Joel Leite Maior Valor de Revenda (2)
A Honda PCX 150 venceu a primeira edição do Prêmio Maior Valor de Revenda Motos 2016.

Veja como foi a cobertura da primeira edição do Prêmio Maior Valor de Revenda Motos, em 2016.

https://tmoto.wordpress.com/2016/06/01/inedito-maior-valor-de-revenda-motos-2016/

Inédito! Maior Valor de Revenda Motos 2016

Copyright©2016 Marcel Mano All Rights Reserved

As motos menos depreciadas do mercado brasileiro – fabricadas no País ou importadas – receberam ontem, terça-feira, 31, o prêmio Maior Valor de Revenda Motos 2016, com a presença de dirigentes dos setores de produção e distribuição, entidades do setor de duas rodas e jornalistas especializados.

O prêmio é resultado do Estudo de Depreciação de Veículos da Agência Autoinforme, feito com base na cotação de preços da Molicar – mesma base de valores utilizada no mercado e na maioria das companhias de seguro, e indica as motocicletas que obtiveram os menores índices de depreciação com um ano de uso.

Copyright©2016 Marcel Mano All Rights Reserved

O estudo compara os preços praticados no mercado das motos vendidas no primeiro trimestre de 2015 com a mesma moto usada, um ano depois. A diferença entre eles é o índice de depreciação, que determina os ganhadores do prêmio.

Foram consideradas 17 categorias, 14 marcas, e 157 modelos, e uma campeã geral, isto é: a moto que obteve o maior valor de revenda do mercado brasileiro.

A Honda PCX 150 venceu a primeira edição do Prêmio Maior Valor de Revenda e a Marca da asa conquistou 8 dos 17 prêmios por categoria.

A Dafra venceu em duas categorias, Harley-Davidson papou as categorias Custom e Touring, a BMW recebeu os troféus nas categorias Naked e Sport, a Yamaha na categoria Big Trail até 800cc, enquanto a Triumph foi vencedora na categoria Big Trail acima de 800cc. A Suzuki  venceu com sua Sport Touring. Confira abaixo a relação dos ganhadores e o índice de depreciação:

Maior Valor de Revenda Motos 2016 logosO índice de depreciação é relativo à diferença de preço entre a moto zero quilômetro vendido em 2015 (preço praticado) e a mesma moto com um ano de uso, cotada em 2016, sempre tendo como referência o primeiro trimestre do ano.

capaTMotoM2M

No vídeo, o diretor comercial, Alexandre Cury, fala sobre as motos Honda menos depreciadas no mercado brasileiro e os valores agregados a Marca, durante o prêmio Maior Valor de Revenda Motos 2016.

Feito em parceria com a Textofinal, o prêmio completa o tripé Prêmio Maior Valor de Revenda, que já homenageia os setores de Carros (pela terceira vez este ano) e Veículos Comerciais (segunda vez em 2016). A premiação para o setor de duas rodas foi realizado pela primeira vez este ano.

A moto, assim como os demais veículos automotores, é um dos raros bens de consumo que continua valorizado depois de sair da loja. E a manutenção do seu valor depende de vários fatores, como valores intrínsecos, isto é: o carisma da marca, e os valores objetivos, como uma boa rede revenda, facilidade no atendimento, manutenção fácil e econômica, facilidade de operação junto à rede independente de oficinas, liquidez na hora da revenda etc. Como conquistar um bom valor de revenda? Valorizando a usada, pagando mais que a concorrência na troca da moto usada da própria marca por uma OK e atender bem o cliente, dando feedback, dando resposta a pedidos e reclamações, resolvendo imediatamente os problemas apresentados, implantando um sistema eficaz de comunicação com o cliente.

Capturar2rods

Inédito! Maior Valor de Revenda Motos 2016