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Produção de motos expandiu 15% em setembro

Indústria de Motocicletas Segue Em Expansão: em Setembro,
Produção Cresceu 15%

Dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares – Abraciclo mostram que as indústrias instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM) produziram 92.894 motocicletas em setembro. O volume é 15,1% superior a setembro de 2018 (80.687 unidades).

De janeiro a setembro saíram das linhas de produção 836.450 unidades, correspondendo a uma alta de 7,5% na comparação com o mesmo período do ano passado (777.779 unidades). Em relação a agosto, que contou com um dia útil a mais, houve recuo de 19% (114.738 unidades).

A oferta de crédito continua a ser o principal motivo para o crescimento. Segundo Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo, este cenário, aliado a taxas de juros mais atrativas, faz com que muitos consumidores troquem suas motocicletas por modelos 0 km. “O que se observa é a motocicleta sendo utilizada cada vez mais como alternativa para a mobilidade flexível, econômica e eficiente nas cidades brasileiras, além de possibilitar a geração de renda para seu condutor”, explica.

Na análise do executivo, o mercado ainda deve se manter aquecido nos próximos meses em função de fatores sazonais, como o pagamento do 13º salário e a chegada do verão, além do lançamento de novos modelos durante do Salão Duas Rodas, programado para o período de 19 a 24 de novembro, no São Paulo Expo, em São Paulo (SP). “O Salão é o principal evento do Setor de Duas Rodas e costuma receber mais de 200 mil visitantes, atraindo compradores entusiastas, que sempre aguardam pelas novidades e querem experimentar e adquirir uma motocicleta nova”, diz Fermanian. 

Oferta de crédito e taxas de juros atrativas são os principais motivos para a alta demanda; a média diária de vendas foi a maior para o mês desde 2015.

Pelas projeções atuais da Abraciclo, as fabricantes de motocicletas deverão produzir 1.100.000 unidades no presente ano, o que representa uma alta de 6,1% na comparação com o volume de 2018 (1.036.788 unidades).

VENDAS NO ATACADO

Em setembro as vendas de motocicletas no atacado – das fabricantes para as concessionárias – somaram 95.282 unidades, correspondendo a um avanço de 24,2% em relação ao mesmo mês do ano passado (76.695 unidades) e queda de 9% na comparação com agosto do presente ano (104.649 unidades).

No acumulado do ano foram vendidas 816.064 motocicletas no atacado, volume 14,7% superior ao mesmo período de 2018 (711.644 unidades).

EMPLACAMENTOS

Em setembro, 87.719 motocicletas foram licenciadas no País, representando uma alta de 18,4% na comparação com o mesmo mês do ano passado (74.067 unidades), de acordo com a análise dos dados do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) feita pela Abraciclo. Em comparação com agosto (88.625 unidades), houve queda de 1%.

        Com 21 dias úteis em setembro, a média diária de vendas foi de 4.177 motocicletas. Esse foi o melhor desempenho para o mês desde 2015 (4.521 unidades/dia, que também teve 21 dias úteis). Na comparação com setembro de 2018 (3.898 unidades/dia, com 19 dias úteis), o crescimento foi de 7,2%. Na comparação com agosto do presente ano, a alta foi de 3,7% (4.028 unidades/dia, com 22 dias úteis).

Ainda segundo a análise dos dados do Renavam, de janeiro a setembro foram emplacadas 796.426 motocicletas no País, volume 14,4% maior ante as 695.928 unidades licenciadas no mesmo período do ano passado.

EXPORTAÇÕES

Em setembro foram exportadas 2.390 motocicletas, correspondendo a uma queda de 28,4% na comparação com o mesmo mês de 2018 (3.336 unidades) e de 33% em relação a agosto do presente ano (3.566 unidades). No acumulado de janeiro a setembro o volume exportado foi de 29.136 unidades, representando uma queda de 49% na comparação com o mesmo período de 2018 (57.131 unidades).

A Argentina foi o principal destino das motocicletas em setembro, segundo dados do portal de estatísticas de comércio exterior Comex Stat, que registra os volumes de embarques totais de cada mês,analisados pela Abraciclo. Foram embarcadas 1.942 unidades para aquele país, o que representa 58,6% do volume total  exportado. Na sequência, ficaram a Colômbia (602 unidades e 18,2% de participação) e os Estados Unidos (356 e 10,7%).

Nos nove meses do ano, a Argentina também foi o país que mais comprou motocicletas fabricadas no PIM. De janeiro a setembro foram embarcadas 14.274 unidades, o que representa 47,2% do volume total exportado. Em seguida, vieram os Estados Unidos (5.881 unidades e 19,5% de participação), seguidos pela Colômbia (4.021 unidades e 13,3%).

DESEMPENHO POR CATEGORIA NO ATACADO

A Street foi a categoria mais vendida em setembro, com 49.013 unidades e 51,4% de participação. Na sequência, vieram a Trail (19.005 e 19,9%), Motoneta (11.998 e 12,6%), Scooter (8.716 e 9,1%) e Naked (2.066 e 2,2%). 

Essas posições foram mantidas no acumulado de janeiro a setembro: Street (406.526 unidades e 49,8% de participação), Trail (163.153 unidades e 20%); Motoneta (121.941 unidades e 14,9%), Scooter (70.497 unidades e 8,6%); e Naked (18.895 unidades e 2,3%). 

Plano de segurança Viária SP

O Plano de Segurança Viária alinha a capital paulista às grandes metrópoles do mundo que já trabalham para que o número de mortes causadas pelo trânsito seja zero. Essa é a avaliação do WRI Brasil, que prestou apoio técnico em todo o processo de mapeamento e identificação de problemas e soluções até a arquitetura final do plano.

“Historicamente, no Brasil, os governos e a sociedade tratam a segurança viária como tema de responsabilidade exclusiva do indivíduo, seja ele o pedestre, o condutor ou o ciclista. Mas experiências de Visão Zero pelo mundo comprovam que o número de mortos no trânsito só cai consideravelmente quando o poder público também assume sua responsabilidade e amplia sua atuação, como São Paulo está fazendo”, explica Marta Obelheiro, coordenadora de Segurança Viária do WRI Brasil.

O WRI tem trabalhado com cidades e países de vários continentes no desenvolvimento de programas que tenham por meta zerar as mortes no trânsito. A abordagem de Sistema Seguro teve início de forma pioneira na década de 1990, por meio de programas como Visão Zero, na Suécia, e Segurança Sustentável, na Holanda. Austrália e Nova Zelândia, bem como os estados norte-americanos de Minnesota e Washington, além de cidades como Nova York e São Francisco, adotaram políticas semelhantes nas décadas seguintes. Mais recentemente, cidades em países de renda média, incluindo Bogotá e Cidade do México, começaram a redirecionar suas estratégias de segurança viária para uma abordagem sistêmica, que reconhece a possibilidade das pessoas errarem e a necessidade de tornar o sistema de mobilidade o mais seguro possível para reduzir a gravidade dos acidentes.

Evidências de 53 países e mais de 20 anos de experiências políticas representativas são claras: vias seguras salvam vidas. “A chave para uma mudança real em segurança viária é entender que as mortes no trânsito são evitáveis desde que o poder público assuma sua responsabilidade, que vai além das campanhas educativas e da fiscalização. Nesse sentido, o plano de São Paulo é um exemplo, pois contempla seis eixos de atuação que promovem a interlocução entre todas as áreas públicas direta ou indiretamente relacionadas com o tema”, detalha.

O plano de São Paulo é uma política pública permanente que contempla o calendário eleitoral e permite que cada novo gestor possa definir suas prioridades dentro das premissas estabelecidas. Outro ponto que merece destaque é o fato de que ele já nasce com um amplo diagnóstico dos fatores de segurança e dos locais com maior risco de acidentes graves e fatais, o que permitirá que a Prefeitura venha a atuar nos principais pontos críticos de acidentes ao longo dos próximos dois anos. Nesses pontos, ela aplicará princípios-chave da Visão Zero de acidentes, como a promoção de um novo desenho viário, melhoria na infraestrutura e revisão das velocidades. Áreas de maior circulação de pessoas vulneráveis, como entorno de escolas e creches, também receberão atenção especial para que a convivência entre motoristas e pedestres seja mais segura. “Priorizar ações que protejam os mais vulneráveis é um excelente começo para que as metas de reduzir em 50% as mortes de pedestres, ciclistas e motociclistas sejam cumpridas. Somente olhando para as pessoas, e não apenas para os veículos, é que conseguiremos tornar nossas cidades realmente mais seguras”, sintetiza Marta.

As fatalidades decorrentes de acidentes no trânsito são a 8ª principal causa de morte no mundo, ceifando 1,35 milhão de vidas a cada ano. Noventa e três por cento dessas mortes ocorrem em países de baixa e média renda, sendo que as mortes no trânsito são a principal causa de morte de crianças e jovens adultos entre 5 e 29 anos no mundo todo. A taxa de mortes no trânsito a cada 100 mil habitantes é de aproximadamente 27,5 nos países de baixa renda. Essas taxas são mais do que o triplo da taxa dos países de alta renda e extremamente mais altas do que a dos países de altíssima renda europeus, com melhor desempenho em segurança viária, nos quais ocorrem 5,1 mortes por cada 100 mil habitantes.

Foto: Marcel Mano

A meta 3.6 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) definidos pela ONU, que prevê reduzir pela metade as mortes e os ferimentos globais por acidentes no trânsito até 2020, possivelmente não será atingida. Em São Paulo, os acidentes de trânsito são a segunda principal causa de morte de jovens entre 15 e 29 anos e a meta é chegar à taxa de 3 mortes a cada 100 mil habitantes até 2028.

As medidas do plano Vida Segura de São Paulo estão alinhadas a objetivos globais. Os bons resultados obtidos por essa abordagem para zerar as mortes no trânsito levaram o Plano de Ação Global das Nações Unidas (ONU) para a Década de Ação pela Segurança no Trânsito 2011-2020 a adotar uma abordagem sistêmica e abrangente para a segurança viária. Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU também incluem metas para reduzir à metade as mortes e lesões no trânsito globalmente até 2020 e para ofertar sistemas de transportes seguros, sustentáveis, acessíveis e economicamente viáveis à população, com o aumento da segurança no trânsito até 2030. A Nova Agenda Urbana da ONU-HABITAT firmou um compromisso com a segurança para todos os usuários da rede viária e com jornadas seguras e saudáveis até a escola para todas as crianças.

O WRI Brasil é uma instituição sem fins lucrativos que transforma grandes ideias em ações para promover a proteção do meio ambiente, oportunidades econômicas e bem-estar humano. Atua no desenvolvimento de pesquisas e implementação de soluções sustentáveis em mudanças climáticas, florestas e cidades. Alia excelência técnica à articulação política e trabalha em parceria com governos, empresas, academia e sociedade civil.

O WRI Brasil faz parte do World Resources Institute (WRI), instituição global de pesquisa com atuação em mais de 50 países. O WRI conta com o conhecimento de aproximadamente 700 profissionais em escritórios no Brasil, China, Estados Unidos, Europa, México, Índia, Indonésia e África.

Salão Duas Rodas lança Box Super Fã

Quem adquirir o box – por enquanto das marcas Kawasaki ou Yamaha, terá vantagem e receberá brindes da marca.

Kit será vendido pelo site http://www.salaoduasrodas.com.br/, e é especial para ter uma experiência completa e diferenciada. A caixa personalizada custa R$300,00 e contém: entrada exclusiva, acesso ao Lounge Premium, credencial colecionável, ingresso Easy Rider (válido para visita única, no dia que o fã preferir visitar), Estacionamento*, Participação no Test Ride de alta cilindrada –  Duas Rodas Experience e brindes .

O Salão Duas Rodas, que é o maior do segmento na América Latina e acontecerá de 14 a 19 de novembro pela primeira vez no São Paulo Expo, vai ampliar as experiências para os frequentadores, que terão um espaço mais amplo para conhecer de perto as novidades das montadoras e inúmeras vagas para estacionamento no edifício garagem, além de diversas atrações em parceria com as marcas, como maior espaço para test ride de montadoras, além de um foco maior no lifestyle do universo do motociclismo.

capasalãoO evento terá também um estúdio de tatuagem da Tattoo You, com um museu relacionado à essa arte, além de ações promocionais. Outra novidade dessa nova edição será a Arena Life Style, um ambiente que contará com a presença de ícones do motociclismo além de personalidades do universo duas rodas, figuras conhecidas do grande público em diversos segmentos como moda, arte, entretenimento, gastronomia, mobilidade urbana, entre outros.

A Arena Customização reunirá as principais oficinas em parceria inédita com as montadoras, para lançar as motos do Salão Duas Rodas. A Arena Racing terá exposição de motos de competição de várias categorias do motociclismo. Voltado às marcas e ao público premium será realizado o test ride de alta cilindrada e o test ride de mobilidade urbana, específico para scooters e motos de baixa cilindrada.

Ainda restam 10% dos ingressos do segundo lote, a preços acessíveis – promocionais válido até 26 de setembro ou enquanto durar o estoque. A entrada para terça-feira, abertura do evento, custa R$ 36,00 (meia R$ 18,00). Para quinta, sexta-feira e domingo o valor é de R$ 44,00 (R$ 22,00 a meia) e para quarta-feira e sábado o valor é R$ 56,00 (R$ 28,00 a meia).

Motoclubes e Fãs do Salão Duas Rodas nas redes sociais também poderão comprar com desconto.

Além dos ingressos diários, o Salão Duas Rodas criou novas categorias que contemplam os diversos tipos de visitantes do evento: 

  • Kit fã (Ingresso e camiseta) – R$ 110,00
  • Easy Rider (Liberdade para escolher o dia da visita) – R$ 140,00
  • Passaporte (Direito a ir quantas vezes quiser ao evento) – R$ 170,00
  • Box Super Fã (Ingresso, estacionamento, credencial VIP e brindes das marcas participantes) – R$ 300,00
  • Avant Première (Ingresso para a noite de pré-estreia do Evento – inclui estacionamento) – R$ 500,00 

Salão Duas Rodas 2017:

13 de novembro – Avant Première: 18h às 23h

De 14 a 19 de novembro (terça-feira a sábado): 14h às 22h.

Dia 19 de novembro (domingo): 11h às 19h, com entrada até às 17h.

São Paulo Expo Exhibition & Convention Center (Rodovia dos Imigrantes, KM 1,5 – São Paulo/SP). 

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Honda rumo à Lua

No final dos anos 60, a NASA estava trabalhando no desenvolvimento de minimotos elétricas para permitir que os astronautas do Apollo 15 explorassem a superfície da Lua, a maiores distâncias do módulo lunar.

Uma das fotos oficiais da NASA, mostra um teste da Honda CT90 Trail em uma simulação da superfície lunar. 

A NASA, em seguida, passou a construir a sua próprio minimoto elétrica com motor de 5 / 8 cv com uma bateria de 30 amperes, mas sem atmosfera na lua para troca de calor do motor, os engenheiros da Agência tiveram de adicionar um único item high-end; o sistema de refrigeração, com cera de abelhas.

A cera de abelha derretia na troca térmica com motor, e uma vez que a cera ficava muito quente os astronautas simplesmente tinham de parar e esperar a cera endurecer novamente, antes de sair novamente.

Sabemos que as “traquitanas” nunca chegaram à lua. Elas eram um plano “B”, no caso de a primeira geração do Lunar Roving Vehicle / Moon Buggy, não estivesse pronto para o lançamento da missão.

British Ducati 959 Panigale

  • Cada moto é numerada individualmente por laser
  • Desempenho Ducati 959 Panigale edição especial também está disponível com a opção adicional de carbono

A Panigale é uma adição incrível à família Superbike, compartilhando as mesmas características estilísticas inovadoras que caracterizam a sua “irmã maior”, a 1299 Panigale. Agora, o ‘Supermid’ 959 é reforçada com  a #ducati e acessórios de desempenho para criar um impressionante # 959panigale #ducati de desempenho de edição limitada.

Está disponível com duas opções, #ducati opção de desempenho a um preço de varejo de £ 15.995 ou com o pacote de carbono adicional para um extra de £ 1000.

A # 959panigale Special Edition vem com o sistema Akrapovic em titânio, silenciador de escape, bem como componentes feitos de fibra de carbono e alumínio.

O #ducati opção desempenho vem com o titânio Akrapovic sistema de sub-motor, escape e carenagens inferiores de corridas , uma tampa de enchimento do tanque de corrida , pedaleiras articuladas, proteção manete de freio, capa do assento e na cor da Ducati Corse.

Além disso, está disponível um pacote de carbono que vem com tampa da ignição, protetores de calcanhar, rabeta, tampa do pinhão frente de carbono, pesos de guidão em alumínio, protetor de tanque de combustível em carbono,  protetor de corrente e guarda para-lamas traseiro de carbono.

Piaggio GITA e KILO: novas Piaggio Fast Forward

124279_broadcast51O Grupo Piaggio apresentou, GITA e QUILO , os primeiros projetos desenvolvidos pela Piaggio Fast Forward (PFF) , uma empresa criada e controlada pelo #piaggio e centro de pesquisa americano avançado na mobilidade do futuro. O Grupo explora, assim, a evolução do mundo da mobilidade e faz-nos pensar no futuro, ampliando sua visão soluções tecnológicas, muito mais amplas, no que diz respeito ao seu negócio principal.

GITA é um veículo autônomo, inteligente, concebido para ajudar as pessoas. Ele carrega até 18 kg, atingindo até 35 km/h se movendo de forma independente em um ambiente mapeado. A forma esférica e design limpo.

KILO é o irmão maior de #gita , e graças a uma capacidade de carga maior pode transportar até 100 kg em seu compartimento de 120 litros. Tem uma extraordinária estabilidade devido a adoção das três rodas.

Michele Colaninno, presidente da FPF comentou : “compreender profundamente as pessoas, seus hábitos para atender às suas necessidades: este é o caminho que nos levou a criar #gita . Nós percebemos que precisamos para criar produtos de acordo com as necessidades dos homens de amanhã”.

Roberto Colaninno Piaggio Grupo Presidente e CEO , disse: “O Grupo #piaggio por meio da criação de PFF, olhe de novo para o futuro, os jovens, as gerações futuras “.

A revolução GITA e QUILO reside no suporte para ser capaz de dar às pessoas nas diversas atividades de todos os dias, de fato estender o alcance e as capacidades limitadas de carga humana. Eles são de fato uma verdadeira plataforma para a mobilidade, o que pode ser personalizada e integrada para atender às diferentes necessidades,  em vários cenários. 

Fim da renascida Victory Motorcycles

A Polaris anuncia o fim da fabricação da Marca Victory. A Victory Polaris foi relançada como uma fabricante de motos custom em 1998, com a fábrica em Spirit Lake, Iowa.

A Polaris não tem sido capaz de alcançar nos últimos anos uma participação de mercado com a Victory sobre a Harley-Davidson. Desde 2012 as vendas vem caindo, em 2015 representava apenas 3% das vendas da Polaris, com uma média de apenas 20 unidades vendidas por revendedor por ano nos Estados Unidos.

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Victory Octane, último estudo da Marca, não passa de uma versão da Indian Scout mais moderna.

Os investimentos necessários para renovar a linha de motocicletas e adequar as normas de proteção ao meio ambiente  mundiais ficaram proibitivos, e com mercado da Indian com melhor comportamento comercial a decisão foi pela saída da Marca do cenário mundial.

Copyright©2015 Marcel Mano All Rights Reserved

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A Polaris irá garantir peças sobressalentes por um período de 10 anos e respeitará os períodos de garantia. Assim disse o CEO da Polaris no comunicado que acompanha o anúncio.

Scott Wine, CEO da Polaris : Esta é uma decisão muito difícil para mim, minha equipe e do conselho de Polaris. Nos últimos 18 anos, temos investido não só os nossos recursos, mas também os nossos corações e almas para construir a marca Victory Motorcycles. Estamos orgulhosos do que a nossa equipa tem conseguido. Desde o início, as nossas equipas concebido e produzido cerca de 60 modelos de Vitória que foram honrados com 25 prêmios da indústria. A experiência, o conhecimento e as habilidades que temos desenvolvido nos últimos 18 anos nos dá a confiança para desenvolver a marca indiana da motocicleta, por isso, gostaria de expressar a minha gratidão a todos os parceiros Victory e comemorar suas muitas contribuições para a marca.

Com a mudança de planos a nova tacada da Polaris Indian Motorcycles poderá ser um modelo Indian Charger – minha opinião.

vide: https://tmoto.wordpress.com/2015/02/06/segredo-brammo-polaris-victory-charger/

Retorno a Paloma

Wolf é um índio americano, procurando pelo FBI por ter se vingado do assassino de sua mãe. Cash é um músico em crise, enfrentando um divórcio doloroso. Apesar de serem muito diferentes, estes dois homens tornam-se amigos, e percorrem as estradas americanas juntos, com suas motocicletas, buscando o lugar onde as cinzas da mãe de Wolf devem ser despejadas.

19ª edição do Campeonato Arena Cross começa em Abril

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Fotos: Duda Bairros

A palavra de ordem é se superar ano após ano e, é por isso, que a próxima temporada do Arena Cross 2017 virá com algumas novidades. A etapa inicial acontecerá no dia 09 de abril e reunirá mais de 100 pilotos em pegas incríveis que contagiarão um público de mais de 6 mil pessoas. Os competidores estarão divididos nas categorias 50cc, 65cc, Júnior, MX2 e Pró – sendo esta última a categoria principal.

Segundo o diretor geral da Romagnolli Promoções e Eventos, Carlos Romagnolli, a 19ª edição do Arena Cross passará por São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e com boas possibilidades de retornar à Goiás. “Ainda estamos concluindo alguns detalhes da próxima temporada e nos esforçando para trazer o que há de melhor aos fãs e demais envolvidos. Para 2017, o Arena Cross rodará o País e ainda com grandes chances de voltarmos a ter a final da temporada em Goiânia, GO, onde sempre tivemos um encerramento espetacular. Outra ação que queremos inovar e as conversas seguem em fase final de análise é a realização do Arena Cross durante o Salão Duas Rodas, em novembro, na cidade de São Paulo. Caso essa parceria se confirme, serão quatro noites de muita adrenalina. É esperar e torcer!”, declarou Romagnolli.

Em todas as etapas, o público contará com um espaço onde haverá um grande feirão de oportunidades, com exposição e venda de produtos especiais e exclusivos do evento, tais como motos, equipamentos e acessórios, com condições especiais, além é claro, de artigos oficiais licenciados da marca Arena Cross (boné, camisetas, moletons etc).

“Manteremos o Duelo Arena 1×1 para a categoria PRÓ que foi sucesso em 2016. Teremos também o Duelo 1×1 Ídolos, com dois ex-pilotos renomados duelando entre si e proporcionando um belo espetáculo aos espectadores. O Arena Cross virá com uma carga de emoção ainda maior, com muito entretenimento ao público, sorteios de brindes e novas ações de marketing para atrair ainda mais os apaixonados pelo esporte, além das provas que já são emocionantes”, afirmou Romagnolli.

Entre os treinos classificatórios e as provas, os visitantes terão livre acesso aos boxes das equipes, com a oportunidade de ficar bem próximo de seus ídolos. “Durante o feirão, também teremos sessões de autógrafos com pilotos, sorteios de brindes e demais ações paralelas para movimentar ainda mais o Arena Cross”, disse o diretor. 302348_670454_dud_2409_web_

Todas as etapas do Arena Cross serão transmitidas ao vivo pelo canais SporTV e Bandsports em horário nobre, sábado das 21h às 22h30, para mais de 20 milhões de assinantes de TV a cabo no País. Além das emissoras, a prova também será transmitida para web pelo canal oficial do evento no Youtube (Arena Cross Brasil), disponível para PC’s, tablets e smartphones. “As transmissões ao vivo aproximam os fãs do esporte de seus ídolos, levando todas as emoções do Arena Cross para dentro da casa das pessoas, contando com uma audiência média de mais de 2 milhões de telespectadores por etapa”, finalizou Romagnolli.

Calendário – Arena Cross 2017

1ª etapa – 08/04 – SP
2ª etapa – 20/05 – SP
3ª etapa – 24/06 – RJ
4ª etapa – 02/09 – SC
5ª etapa – 30/09 – SP
*sujeito a alterações

Projeto social da Honda comemora 10 anos no Recife

O ano era 2007 e a Honda, ciente das dificuldades socioeconômicas enfrentadas pelos jovens moradores do bairro Areias, localizado no entorno do seu Centro de Treinamento no Recife (PE), deu início a primeira turma do Curso de Formação de Profissionais. Dividido em aulas técnicas de mecânica de automóveis e motocicletas, o programa ainda contempla módulos sobre saúde, relações familiares, informática, trabalho, meio ambiente e a importância do trabalho voluntário. O curso é realizado nas instalações da unidade da marca.

Entre os alunos da turma inaugural estava Esdras da Silva, à época com 19 anos, que não obteve a pontuação mínima no vestibular para ingressar na faculdade e resolveu aderir ao projeto da Honda em busca de outras oportunidades. Dez anos depois, o curso destinado a jovens em situação de vulnerabilidade social da capital pernambucana forma sua 10ª turma, em evento realizado no último sábado (03.12), tendo beneficiado 194 pessoas. Dessas, 71% estão no mercado de trabalho e atuam, inclusive, em concessionárias da marca.

E esse é o caso do Esdras. Ele conseguiu seu primeiro emprego como trainee ainda durante o curso, atuou como auxiliar, consultor e, atualmente, exerce a função de supervisor de um ponto de venda. “O curso mudou totalmente os meus planos. Eu estava sem perspectivas após não conseguir uma boa nota no vestibular e, por sorte, fiquei sabendo sobre o projeto da Honda. Hoje, tenho um bom emprego e estou terminando a minha faculdade de Administração”, conta, aos 28 anos.

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Janaina Gomes, colega de Esdras na primeira turma, também conquistou a sua primeira oportunidade logo depois de completar o curso. Supervisora de uma concessionária de motocicletas, ela divide seu tempo entre o trabalho e a faculdade de Processos Gerenciais. “O curso da Honda vai além da preparação para o mercado de trabalho. As aulas nos ensinam a viver melhor em sociedade. Sem o curso, eu certamente não chegaria aonde cheguei”, destaca.

Os jovens que participam do curso anual são selecionados pela adequação aos critérios básicos, como idade, escolaridade e vulnerabilidade social – candidatos entre 18 e 20 anos e que estejam cursando ou concluindo o ensino médio – e por meio de prova escrita. Em média, há 200 inscritos por turma. A partir da primeira etapa, são escolhidos os semifinalistas, que passam por dinâmicas de grupo, acompanhadas por psicóloga. Nesta fase, são realizadas visitas às residências para conhecer a realidade dos jovens, conversar com seus familiares e confirmar se atendem aos critérios da iniciativa. O processo seletivo para a turma 2017 terá início em janeiro, quando serão divulgados mais detalhes.

10 anos de história no Recife

A celebração pela formatura da 10ª turma do Curso de Formação de Profissionais da Honda também simboliza a primeira década de atuação do Centro de Treinamento (Pós-venda) e do Centro Educacional de Trânsito Honda (CETH) na capital pernambucana. O primeiro, cujo objetivo é aperfeiçoar a atuação das equipes da rede de concessionárias da marca para atendimento ao cliente e serviços pós-venda, já treinou mais de 35 mil profissionais da região nos últimos 10 anos.

Já o CETH, referência nacional em conscientização sobre segurança no trânsito, promoveu atividades para mais de 60 mil pessoas dentro de suas instalações. Direcionados aos motociclistas que utilizam o veículo como ferramenta de trabalho, como profissionais de empresas frotistas e órgãos públicos, e aos instrutores de pilotagem das concessionárias Honda, os cursos realizados no CETH são gratuitos e abordam temas como postura, equipamentos de proteção, frenagem, técnicas de curvas, pilotagem na chuva e à noite, adversidades, cuidados na condução de passageiros e direção defensiva.