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Produção de motos expandiu 15% em setembro

Indústria de Motocicletas Segue Em Expansão: em Setembro,
Produção Cresceu 15%

Dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares – Abraciclo mostram que as indústrias instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM) produziram 92.894 motocicletas em setembro. O volume é 15,1% superior a setembro de 2018 (80.687 unidades).

De janeiro a setembro saíram das linhas de produção 836.450 unidades, correspondendo a uma alta de 7,5% na comparação com o mesmo período do ano passado (777.779 unidades). Em relação a agosto, que contou com um dia útil a mais, houve recuo de 19% (114.738 unidades).

A oferta de crédito continua a ser o principal motivo para o crescimento. Segundo Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo, este cenário, aliado a taxas de juros mais atrativas, faz com que muitos consumidores troquem suas motocicletas por modelos 0 km. “O que se observa é a motocicleta sendo utilizada cada vez mais como alternativa para a mobilidade flexível, econômica e eficiente nas cidades brasileiras, além de possibilitar a geração de renda para seu condutor”, explica.

Na análise do executivo, o mercado ainda deve se manter aquecido nos próximos meses em função de fatores sazonais, como o pagamento do 13º salário e a chegada do verão, além do lançamento de novos modelos durante do Salão Duas Rodas, programado para o período de 19 a 24 de novembro, no São Paulo Expo, em São Paulo (SP). “O Salão é o principal evento do Setor de Duas Rodas e costuma receber mais de 200 mil visitantes, atraindo compradores entusiastas, que sempre aguardam pelas novidades e querem experimentar e adquirir uma motocicleta nova”, diz Fermanian. 

Oferta de crédito e taxas de juros atrativas são os principais motivos para a alta demanda; a média diária de vendas foi a maior para o mês desde 2015.

Pelas projeções atuais da Abraciclo, as fabricantes de motocicletas deverão produzir 1.100.000 unidades no presente ano, o que representa uma alta de 6,1% na comparação com o volume de 2018 (1.036.788 unidades).

VENDAS NO ATACADO

Em setembro as vendas de motocicletas no atacado – das fabricantes para as concessionárias – somaram 95.282 unidades, correspondendo a um avanço de 24,2% em relação ao mesmo mês do ano passado (76.695 unidades) e queda de 9% na comparação com agosto do presente ano (104.649 unidades).

No acumulado do ano foram vendidas 816.064 motocicletas no atacado, volume 14,7% superior ao mesmo período de 2018 (711.644 unidades).

EMPLACAMENTOS

Em setembro, 87.719 motocicletas foram licenciadas no País, representando uma alta de 18,4% na comparação com o mesmo mês do ano passado (74.067 unidades), de acordo com a análise dos dados do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) feita pela Abraciclo. Em comparação com agosto (88.625 unidades), houve queda de 1%.

        Com 21 dias úteis em setembro, a média diária de vendas foi de 4.177 motocicletas. Esse foi o melhor desempenho para o mês desde 2015 (4.521 unidades/dia, que também teve 21 dias úteis). Na comparação com setembro de 2018 (3.898 unidades/dia, com 19 dias úteis), o crescimento foi de 7,2%. Na comparação com agosto do presente ano, a alta foi de 3,7% (4.028 unidades/dia, com 22 dias úteis).

Ainda segundo a análise dos dados do Renavam, de janeiro a setembro foram emplacadas 796.426 motocicletas no País, volume 14,4% maior ante as 695.928 unidades licenciadas no mesmo período do ano passado.

EXPORTAÇÕES

Em setembro foram exportadas 2.390 motocicletas, correspondendo a uma queda de 28,4% na comparação com o mesmo mês de 2018 (3.336 unidades) e de 33% em relação a agosto do presente ano (3.566 unidades). No acumulado de janeiro a setembro o volume exportado foi de 29.136 unidades, representando uma queda de 49% na comparação com o mesmo período de 2018 (57.131 unidades).

A Argentina foi o principal destino das motocicletas em setembro, segundo dados do portal de estatísticas de comércio exterior Comex Stat, que registra os volumes de embarques totais de cada mês,analisados pela Abraciclo. Foram embarcadas 1.942 unidades para aquele país, o que representa 58,6% do volume total  exportado. Na sequência, ficaram a Colômbia (602 unidades e 18,2% de participação) e os Estados Unidos (356 e 10,7%).

Nos nove meses do ano, a Argentina também foi o país que mais comprou motocicletas fabricadas no PIM. De janeiro a setembro foram embarcadas 14.274 unidades, o que representa 47,2% do volume total exportado. Em seguida, vieram os Estados Unidos (5.881 unidades e 19,5% de participação), seguidos pela Colômbia (4.021 unidades e 13,3%).

DESEMPENHO POR CATEGORIA NO ATACADO

A Street foi a categoria mais vendida em setembro, com 49.013 unidades e 51,4% de participação. Na sequência, vieram a Trail (19.005 e 19,9%), Motoneta (11.998 e 12,6%), Scooter (8.716 e 9,1%) e Naked (2.066 e 2,2%). 

Essas posições foram mantidas no acumulado de janeiro a setembro: Street (406.526 unidades e 49,8% de participação), Trail (163.153 unidades e 20%); Motoneta (121.941 unidades e 14,9%), Scooter (70.497 unidades e 8,6%); e Naked (18.895 unidades e 2,3%). 

Não se engane com a aparência da nova Himalayan ela não é o que parece

Se livre de quaisquer preconceitos que tenha em relação a uma moto importada on-off Road de origem indiana. O inédito modelo da Royal Enfield no Brasil oferece mais do quê seu exterior revela. Confira!

Arun Gopal, Diretor de Negócios Internacionais da Royal Enfield e Claudio Giusti,
Diretor Geral da Royal Enfield no Brasil

Texto: Marcel Mano

Fotos: Divulgação Royal Enfield e Marcel Mano

A Himalayan nasceu do desenvolvimento de cinco anos e testes em vários terrenos off-road e perímetro urbano, além dos campos de prova como no aeródromo britânico de Bruntingthorpe – com vários tipos de circuitos, e na pista de corrida de Sriperumbudur, em Chenral, na Índia, a partir do zero a Royal Enfield Himalayan. Lançada em 2016, passa agora a ser comercializada no Brasil, por R$ 18.990,00, sem frete incluso, nas cores Granite ou Snow.

Seu motor monocilíndrico de 411 cc (LS410), comando por corrente, duas válvulas, arrefecido a ar e assistido por radiador de óleo – sistema com capacidade total de 1.800 ml do óleo semissintético SAE 15W 50, injeção eletrônica que desenvolve potência máxima de 24.5 BHP (24.16 CV) @ 6500 RPM e torque de 32 Nm @ 4000-4500 RPM leva uma injeção eletrônica Keihin (japonesa), e um preciso e bem escalonado câmbio de cinco velocidades com embreagem deslizante.

Protetor de cárter é item de série e além de defender o cárter abriga o canister .

O propulsor basicamente nasceu Euro 4, o catalisador e escape conta com sensor de oxigênio, o canister do sistema EVAP – evita que os vapores de gasolina escape do tanque de combustível para a atmosfera,  fica situado entre o cárter e protetor de cárter, as EFI ECU e sensor de inclinação ficam sob o assento e a ECU sob o tanque de combustível.

Acesso do ajuste da pré-carga é realizado pela parte de baixo da balança.

 O chassi é um berço duplo desmontável.  Suspensão dianteira convencional com barras de 41 mm de diâmetro e 200 mm de curso, enquanto a traseira leva um monoamortecedor com link e sete níveis de ajuste da pré-carga da mola, com 180 mm de curso.

Os freios, a disco em ambas as rodas, assistido por ABS (Bosch) de duas vias com os flexíveis do tipo Aeroquip e utilização do fluído do Tipo DOT 3 ou 4. Na dianteira o disco de 300 mm de diâmetro tem pinça de dois pistões Bybre – Brembo na Índia, que trabalha montado em roda raiada, aro de aço, de 21 polegadas e pneu Pirelli 90/90-21.

Disco de 240 mm de diâmetro, pinça de único pistão, na traseira e roda raiada de 17 polegadas montada com pneu Pirelli MT-60 120/90-17.

132 km em estrada de terra, estrada vicinais, rodovia e trilha

Ao guidão, a ergonomia é um ponto forte. Ao rodar, o conjunto de direção, chama a atenção. Firme, preciso e macio, pareceu do tipo assistido, transmite enorme sensação de segurança.

Na terra atenção especial ao limite da pressão nos freios a disco com sistema ABS. Precaução com o traseiro que apresenta maior sensibilidade nesse tipo de piso.

Vale lembrar que para todo o roteiro a suspensão traseira estava regulada na mais dura e a pressão dos pneus estavam levemente baixa, em relação a recomendada no uso urbano.

A Himalayan parece ter encontrado seu segundo ambiente, a mão nas mudanças de direção, frenagens e derrapagens.

O assento de dois níveis a 800 mm de altura do solo é confortável e a condução na posição em pé, tudo fica ao alcance, braços relaxados no guidão com acesso aos comandos, joelhos no tanque e pernas esticadas e levemente flexionadas.


Observo na Himalayan a frente, que mesmo no chão de terra, o para lamas, a placa e seu suporte não apresentavam as típicas vibrações, responsáveis pela quebra de placas e suportes, depois de um tempo.

Dez quilômetros depois um trecho bastante sinuoso da estrada dos Romeiros, novamente surpresa com o conjunto de direção. Trecho travado com máxima de 50 km/h, a terceira marcha é suficiente. Ausência de vibrações.

Na condução em cruzeiro, realizando jogo de corpo, projetado para fora do assento nas curvas, zigue-zague e o comportamento permaneceu neutro, um modelo para iniciantes e novatos. Se somarmos tais características a baixa altura do assento ao solo, por que não para o público feminino?

Sua ciclística é resultado da somatória de todo o conjunto, inclusive do motor que até então não apresentava vibrações típicas de monocilíndricos desse volume. O Baixo centro de gravidade também contribui em grande parte para a condução prazerosa no on-on-off road.

Na Rodovia, quinta marcha, 5.750 RPM, velocidade de cruzeiro no painel de 120 km/h – peso 75 quilos, mais cerca de uns 185 quilos da Himalayan com os fluidos, freios e suspensões, pouco mais de ¾ de gasolina no tanque com capacidade para 15 litros.

Vibração muito pouco perceptível, a Himalayan não chimou, não sinalizou oscilações e seu para brisa corta bem o vento, com conforto e segurança. O motor atende ao propósito da sua entrega, retomadas graças ao alto torque, potência utilizável a baixas rotações, e suavidade em quarta e quinta marchas. A adequação à gasolina brasileira é imperceptível, sem engasgos, desacelerações, retomadas e outras condições. O som do escapamento agrada.

Nas fotos o punho esquerdo com a alavanca de acionamento do “afogador”, para países com frio extremo.

Não conformado com a quase nula vibração do conjunto, por um breve instante desci uma marcha, agora em quarta, 120 km/h, 6.000 RPM, chegou a vibração que não se alterou muito aos cerca de 130 km/h a 7.000 RPM, quando o sistema de corte, entra em ação – lembre quarta marcha. Em quinta marcha a rotação de corte parece muito mais distante, porém as condições de testes não eram ideais para colocar essa teoria em pratica.

A Himalayan foi apresentada a imprensa e influencers no Brasil, dia 24, em São Paulo.

Os freios ABS na terra, reproduz asfalto, com o traseiro mais sensível. Numa marginal num longo trecho de reta alicatei os freios, simulando uma situação de emergência, uma única vez, as velocidades de 40, 60 e 80 km/h. O comportamento foi o esperado em veículos equipados com sistema ABS: curta distância percorrida sem arrasto ou mudanças de direção. A atenção aos componentes e projeto do conjunto do sistema de freios justifica.

Quando acionado o dianteiro, até o limite, o ABS se comporta sem travar de qualquer forma a roda, a suspensão não afunda em demasia, e a transferência de peso não são suficientes para alavancar. Enquanto na  traseira, quando acionado da mesma forma, o ABS entra em uso daquela forma de trava libera, trava libera. Esse tipo de atuação é que requer um pouco mais de costume na condução em pisos mais lisos, inclusive na terra.

Comprei terreno – jargão off-road para tombos

Em uma curva na qual o piloto a minha frente estava parado no meio da trilha, tirei para o lado da mata. O sensor de inclinação entrou em ação cortando a alimentação e ignição. A moldura/suporte protegeu o tanque e a lateral de qualquer contato com o solo, somente o pezinho do pisca que quebrou – todo o conjunto lâmpada LED, lente e pezinho são vendidos por R$ 65,00 pela Marca.

A trilha seguiu por longos percursos em subida com cerca de 60 graus de inclinação e piso de relva, terra seca e lama. A altura, ângulos, geometria, suspensões, rodas raiadas da Himalayan favorecem superar cavas e valas com certo conforto e segurança. Os pneus Pirelli MT-60 se apresentaram neutros, respondendo melhor que o esperado nesse tipo de piso.

Na descida, mesmo com grande inclinação, o freio motor em primeira marcha, e jogo de corpo,  foram suficientes, além de eventuais aceleradas para embalar ou superar cavas, valetas e obstáculos.

Em uma única ocasião a pedaleira bateu em um toco. A temperatura do motor se elevou muito pouca coisa em relação a condução anterior, não chegando a incomodar ou mostrar mudanças no funcionamento.

No QG do Himalayan Ride, 132 km rodados, calculei o consumo médio em cerca de 35,2 km/l, melhor que as médias de 22 a 33 km/l relatadas. Pena não ter tido a oportunidade em conduzi-la em trânsito típico dos grandes centros urbanos.


A Himalayan atende a proposta aventureira, ainda mais para quem curte um estilo retro ou mesmo uma on-off Road da velha escola europeia, diferente da profusão de japonesas.

A Himalayan representa metade das vendas dos modelos Royal Enfield nos Estados Unidos, Europa e Austrália.


Claudio Giusti, Diretor Geral da Royal Enfield no Brasil posiciona a Himalayan como o modelo perfeito para o turismo de aventura de longas distâncias. “É adequada para percursos longos em terrenos difíceis, mas ao mesmo tempo é adaptada para o uso em grandes cidades”, explicou.

 Himalayan veio para diversificar o turismo
de aventura no Brasil 

Preços dos modelos concorrentes:

– R$ 5.000,00 é o que a separa da Honda XRE 190, – R$ 7,5 mil da Yamaha Crosser 150Z. +2,5 mil comparado com as ainda existentes unidades da Yamaha Ténéré 250 2019 ou + 2,0 mil na Yamaha Lander 250 ABS 2019 e + 8 mil por uma Honda CB 500X. Ainda – 300 Reais em relação a Honda XRE 300 Rally. + 3 mil para a Kawasaki Versys 300-X e + 5,5 mil na BMW G 310 GS.

No segmento de turismo de aventura – 250 a 500 cc, a Himalayan agrega itens de série normalmente opcionais em outras marcas, como proteções e suportes prontos para malas e tanques adicionais. Além de capas em borracha (amortizador) nas pedaleiras, protetor do cárter, freios ABS com pinças Bybre – Marca da Brembo na índia desde 2009 (equipa inclusive a KTM Duke 390 e BMW G310 GS), para-brisa regulável em duas alturas, freios a disco e sistema ABS em ambas as rodas com flexíveis tipo Aeroquip e cavalete central.

Ainda, Lampejador de farol, contrapesos no guidão, tampa tipo aeronáutica com tampa protetora do miolo da tampa do tanque de combustível com capacidade de 15 litros, suspensão traseira regulável na traseira, lâmpadas LED – exceção farol, aviso de apoio lateral baixado, indicador de marchas, serviço, computador completo e bussola.


– Para o transporte diário, aventuras e viagens.
– Sistema ABS nas duas rodas a disco com pinças Bybre/Brembo e flexíveis do tipo Aeroquip – recoberto por malha de aço.
– Peças de manutenção e reposição a preços razoáveis com itens de grande rotatividade em nosso mercado.


Quando Arun Gopal, Diretor de Negócios Internacionais da Royal Enfield disse que: “a Himalayan é uma motocicleta simples e capaz de ir a qualquer lugar”. 

Creio que ele também se referia a simplicidade e soluções de itens para manutenção ou reparos:  como uma bomba de elétrica de combustível não blindada no interior do tanque de combustível, com fácil acesso externo.

Iluminação da lanterna, luz de freio, placa e piscas em LED a exceção da lâmpada incandescente do farol, pelo fato da enorme disponibilidade desse tipo de lâmpada em todo o Mundo em contrapartida a lâmpada LED. Um exemplo, no comercio a lâmpada incandescente  h4 60/55w Philips, custa R$ 13,90.

A mesma preocupação indicada na opção por um filtro de ar de elemento seco, em contrapartida a um filtro de espuma, pois nem sempre se poderá ter a mão recursos para sua limpeza.

Não gostei! – Modelo para o Brasil não oferece sistema de segurança que equipa Himalayan nos Estados Unidos, luz de freio pisca com intensidade diferente conforme a força da frenagem para avisar veículos atrás.

A disponibilidade de ofertas de itens de manutenção e reposição são encontrados a preços competitivos em nosso mercado.

– Litro óleo semissintético SAE 15W 50 R$ 18,20

– Bateria 12V – 8 AH MF battery R$ 200,00

– Pneu similar 90-90-21 54S TT Dianteiro Falcon / Tornado / NX400 R$ 119,99

– Pneu similar 120-90-17 64S TT Traseiro Falcon 400 / NX 400 R$ 169,99

– conjunto lâmpada LED, lente e pezinho original RE por R$ 65,00

-Fluído freio DOT 4 R$ 9,70

Abaixo, acessórios originais Royal Enfield para a linha Himalayan, ainda sem data e preços definidos.

Em fase final de homologação, inicialmente serão acessórios baús laterais, bolsas, guidão, assentos “confort” e proteção para a barra do guidão.

O kit de ferramentas que vêm na Himalayan é o essencial, faltou chave para a regulagem do amortecedor traseiro.

– 1 unidade Chave Allen 4mm;
– 1 unidade Chave Allen 6mm;
– 1 unidade Chave de vela;
– 1 unidade Chave com ponta fenda e na outra extremidade philips;
– 1 unidade tubo extensor para as chaves;
– 1 unidade de Chave Combinada aberta 17 mm e 13 mm;
– 1 unidade de Chave Combinada Fechada 24 mm e aberta 14 mm;
– 2 unidades de Chave Combinada aberta 10 mm e 12 mm;
– 1 Estojo de ferramentas.

Arun Gopal, Diretor de Negócios da Royal Enfield aproveitou a ocasião para anunciar maior crescimento em 2019, que nos últimos 20 meses, com a inauguração de 10 novas Concessionárias Royal Enfield, distribuídos pelas regiões Sul, Sudeste e centro-Oeste, nas cidades de Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília e mais uma em São Paulo.

Acredito que os negócios irão crescer rapidamente, quando; as concessionárias estiverem instaladas ao menos nos grandes centros consumidores e seguido da apresentação dos modelos bicilíndricos da Royal Enfield, Continental GT e Interceptor, em novembro, durante o Salão Duas Rodas e suas comercialização em 2020.

A segunda concessionária paulistana é especulada para o mês de Maio e outra em Ribeirão Preto ou Campinas – senão ambas, assim como a loja carioca para o final do ano, por enquanto rumores. Além das novas concessionárias, a chegada de novos modelos bicilíndricos de 650 cc da Royal Enfield.

Royal Enfield Himalayan, disponível nas cores Branca (Snow) ou Preta (Granite), por R$ 18.990,00, sem frete incluso. 24 meses de garantia da Marca, revisões a cada 5.000 km e trocas de óleo, filtro de óleo e elemento do filtro de ar a cada 10 mil km.

Vídeo da Himalayan no Brasil pela piloto Moara Sacilotti e cliente Royal Enfield convidado.

Vídeo da Himalayan nos Himalayans, na Índia.

Vídeo do Ride Himalayan, o qual participei a convite da Royal Enfield.

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

MOTOR

Tipo: Monocilindro, Resfriado a ar, 4 Tempos, SOHC

Cilindrada: 411cc

Diâmetro x Curso: 78mm x 86mm

Índice de Compressão: 9.5:1

Potência Máxima: 24.5 BHP(24.16 CV) @ 6500 RPM

Torque Máximo: 32 Nm @ 4000-4500 RPM

Sistema de Ignição: Ignição Eletrônica Digital

Embreagem: Multidiscos banhados a óleo

Câmbio: 5 marchas

Lubrificação: Cárter úmido

Sistema de Combustível: Injeção eletrônica de combustível

Partida: Elétrico

CHASSI

Tipo: Berço duplo desmontável

Suspensão Dianteira: Telescópica, 41 mm de diâmetro, 200 mm de curso

Suspensão Traseira: Monoamortecida com link, 180 mm de curso

Distância entre eixos: 1465 mm

Distância do solo: 220 mm

Comprimento: 2190 mm

Largura: 840 mm

Altura do Assento: 800 mm

Altura total: 1360 mm (com o para-brisa)

Capacidade do Tanque: 15+/-0.5 lts

Peso: 185 Kg

FREIOS E PNEUS

Pneu Dianteiro: 90/90-21″

Pneu Traseiro: 120/90-17″

Freios Frontais: Disco Brembo de 300mm de diâmetro

Freios Traseiros: Disco único de 240mm de diâmetro

ABS: ABS de duplo canal

Onde encontrar:

ROYAL ENFIELD SÃO PAULO

Avenida República do Líbano, 2099 Moema CEP:04502-100 São Paulo – SP Brasil

Landline: (+55) 11 5051 7700

PARA CONTEÚDO DESSE TIPO, ENTRE EM CONTATO.

Jawa, Ducati e Locman

Menos de um mês dos lançamentos da Jawa Motos, em novembro na India, as motos estão esgotadas até setembro de 2019. Assim, as reservas on-line para a Jawa e a Jawa Forty-Two foram encerradas dia 25 de dezembro. Enquanto isso, as concessionárias continuarão a aceitar reservas para entregas depois de setembro. Com cerca de 100 concessionárias até dia 15 de fevereiro, todas estarão abertas para testes drive e construção de relacionamento com a Marca. #classiclegends #mahindra #MahindraeMahindra #M&M #tmoto #dumano #chassisblog #trafga #primeirocliche #Jawa #jawamotos

Ducati deve ter modelo elétrico ainda este ano: CEO Ducati, Claudio Domenicalli, declara em evento na Universidade de Bolonha que “o futuro é elétrico. Não estamos longe de iniciar a produção da série.” A equipe da UniBo Motorsport da Universidade de Bolonha participou do acontecimento com uma motocicleta elétrica desenvolvida com a supervisão da Ducati, com chassi de fibra de carbono e motor elétrico que permitiram registrar 3,85 s no teste de aceleração de 0 a 100 km/h. #tmoto #dumano #chassisblog #trafga #primeirocliche #ducati #universidadedebolonha #ofuturoeeletrico #audi #eletrificados #eco #eletrico #mobilidade #unibomotorsport #ducaticorse #borgopanigale  @Ducati Unibo Motorsport – Collamarini @Ducati Cordoba @Universidade de Bolonha

Relógios Ducati-Locman apresentada na Pitti Immagine- Como no ano passado, a Ducati e a Locman – fabricante de relógios baseada na Ilha de Elba (Toscana, Itália) – estarão juntas na Pitti Immagine para apresentar a última linha de produtos exclusivos e de alta tecnologia. Relógios esportivos para aqueles com uma paixão pelo talento e motocicletas italianos. Os dois centros de estilo das empresas italianas se uniram para criar relógios que incorporam suas marcas: espírito competitivo, tecnologia de ponta e paixão pelo design. A mais recente coleção Locman Ducati é composta por quatro modelos, cada um com um mecanismo diferente, com preços que variam entre 299 e 598 Euros – na Europa. #tmoto #dumano #ducati #locman #pittiimmagine #acessorios #moto #relogiosmasculinos

BMW Motorrad: oitavo recorde de vendas globais seguido em 2018

A BMW Motorrad bateu o seu recorde histórico de vendas de motocicletas e maxi scooters em 2018, atingindo 165.566 veículos no período — aumento de 0,9% ante o ano retrasado, quando foram emplacadas 164.153 unidades. Esse foi o oitavo aumento seguido nas vendas da marca, que vem ampliando seus mercados de atuação e consolidando novos modelos em segmentos inéditos.

O excelente desempenho da BMW Motorrad foi conduzido pelos mercados europeu e norte-americano. Os principais países foram Alemanha (23.824 unidades vendidas), França (16.615), Itália (14.110), Espanha (11.124), Reino Unido e Irlanda (9.224) e, por fim, os Estados Unidos (13.842). Nos mercados emergentes, Brasil (7.361 unidades / + 11% ) e China lideram os países com maior crescimento em vendas, com o mercado chinês registrando alta de 35% e 7.561 motos vendidas.

Em relação aos modelos, a linha R segue na liderança interna, com 84,5 mil unidades vendidas, seguida pela linha GS, com 51 mil unidades. O segmento abaixo de 500 cilindradas registrou 24.363 unidades vendidas dos modelos BMW G 310 R e GS, em 2018. A fabricante tem o objetivo de ampliar ainda mais suas vendas e atingir um total de 200 mil unidades em 2020.

O segmento de capacidade abaixo de 500 cc entre os cinco principais modelos

Prévia da BMW Motorrad G 310 R, em Salão Duas Rodas, São Paulo.

24.363 unidades dos modelos G 310 R e G 310 GS lançadas em 2017, já foram entregues aos clientes até o final de 2018. Os dois ágeis polivalentes estão entre os “Top Five” dos modelos mais vendidos em 2018. e são muito populares em todo o mundo.

Ducati, Audi e Ford, apresentam tecnologia de comunicação para segurança no CES 2019

O projecto ConVeX (Connected Vehicle to Everything) É uma parte essencial da estratégia “Safety Road Map 2025” da Ducati, que visa desenvolver novos sistemas e tecnologias de segurança. Os estágios iniciais dessa estratégia serão o ABS Cornering estendido para todo a linha Ducati e lançamento no mercado, em 2020, de um modelo Ducati com radar dianteiro e traseiro.

A Ducati, Audi AG, a Ford Motor Company e a Qualcomm Technologies, Inc., subsidiária da Qualcomm Incorporated, anunciaram os esforços contínuos das empresas para ajudar a acelerar implantação da parte do Consumer Electronic Show® 2019 (CES 2019), uma Ducati Multistrada 1260, bem como Audi e Ford veículos, demonstram situações de condução utilizando comunicações diretas C-V2X.

Neuburg, 03.07.2018: xxx. Foto: Lukas Barth

Todos os veículos foram equipados com a tecnologia C-V2X utilizando o chipset Qualcomm® 9150 C-V2X para demonstrar um caso de uso de interseção cooperativo, exibindo como o C-V2X pode ser usado entre veículos para negociar o direito de passagem ao entrar em um veículo de quatro vias. – intersecção sinalizada onde as condições de compartilhamento de intenção e de não alinhamento de linha (NLOS) tornam ideal o uso de um sensor sem fio, como o C-V2X.

As empresas também exibiram cenários adicionais de segurança de Veículo para Veículo (V2V), Veículo para Pedestre (V2P) e Veículo para Infraestrutura (V2I), demonstrando a maturidade e o potencial da tecnologia C-V2X. O caso de uso do V2V incluiu o cenário Intersection Movement Assist (IMA), que é uma contramedida importante para abordar colisões de ângulos nas interseções, enquanto o cenário V2P exibiu como o C-V2X pode ser usado para proteger usuários vulneráveis, incluindo pedestres e ciclistas. O caso de uso do V2I apresentava o cenário de Aviso da zona de trabalho, que é projetado para fornecer aos motoristas um alerta avançado sobre a construção da estrada, permitindo que eles manobrem de maneira segura.

ATV autônomo Honda economiza tempo, dinheiro e salva vidas

 

Primeiro Clichê TMoto/DuMano
Primeiro Clichê TMoto/DuMano

A Honda leva ao CES 2019, Consumer Electronics Show, realizada em Las Vegas, o seu mais recente veículo autônomo, um robusto ATV construído para uso em condições extremas e, potencialmente, até mesmo nas linhas de frente de desastres de grande escala.

 O veículo, chamado de “Veículo de Trabalho Autônomo da Honda”, é inspirado no veículo todo-o-terreno existente da empresa japonesa, mas vem equipado com um sistema de transmissão mais robusto e uma variedade de sensores para ajudá-lo a manobrar nas condições mais difíceis.



Este DARPA Robotics Challenge foi apresentado pela Polaris em maio de 2005 para estimular o desenvolvimento de tecnologia robótica que pode ajudar os humanos a responder melhor a desastres futuros. 

A norte-americana Polaris comercializa ATV, All Terrian Vehicle, de trabalho com diversos tipos de utilidades, serviços e acessórios, como: equipamento de solda, compressor de alta pressão, limpadores de neve,  e etc. Tem parceria com a Neya System, uma desenvolvedora líder de tecnologias avançadas de sistemas não tripulados nos Estados Unidos. 
A Neya trabalha com clientes de defesa, segurança nacional e comercial para oferecer soluções inovadoras para alguns dos problemas mais difíceis relacionados à autonomia, visão computacional e desenvolvimento e implantação de sistemas gerais não-tripulados.

A Polaris comercializa atualmente o autonomous ATV MRZR X, exclusivamente para as Forças armadas dos Estados Unidos. O editor.

A avançada plataforma multimídia MRZR X foi selecionado pelo Exército dos EUA como um dos sistemas robóticos usados ​​pelas equipes de combate da brigada de infantaria para a testes em 2019.

O Veículo de Trabalho Autônomo (AWV) da Honda foi exibido como um conceito na edição do ano passado da CES, A Honda usou os últimos 12 meses para testar o AWV em três configurações distintas do mundo real. Cada um tinha suas próprias tarefas e desafios, o que ajudou a testar os recursos mais avançados do AWV, especialmente seus três modos de drive programáveis: “Ato B”, “Follow Me” e “Pattern”.

Esses modos foram atendidos nos três ambientes em que a Honda colocou o AWV para funcionar. Os cenários incluíam uma faculdade de agricultura e meio ambiente na Califórnia, uma empresa de energia solar na Carolina do Norte e uma operação de resgate de incêndios florestais no Colorado.

O tamanho compacto e o recurso de tração nas quatro rodas do AWV, além de um alto grau de personalização de montagem fornecido por um sistema de montagem de acessórios para trilhos, permitiram que a montadora automotiva da Honda lidasse com esses diferentes papéis.

Na Carolina do Norte, ajudou alimpar a folhagem em torno de painéis solares usando o modo “Padrão”, que puxava um cortador de grama atrás dele. Isso reduziu a necessidade de trabalho humano – para não mencionar algumas ovelhas trabalhadoras e famintas,segundo a Honda – para ajudar a manter a vegetação sob controle.

No Colorado, o AWV diminuiu a carga de trabalho dos bombeiros ao empregar o modo de unidade “Siga-me”. Isso permitiu que os bombeiros atravessassem o terreno acidentado, enquanto o AWV seguia seus passos e transportava a maior parte dos equipamentos pesados, como tanques de água e motosserras.

Por fim, o modo “A to B” que auxiliou a Honda AWV a se adaptar ao trabalho na faculdade de agricultura na Califórnia, onde rapidamente transportou colheitas, diretamente do campo, para as áreas de embalagem. Também foi equipado com um sistema de pulverização, para aplicar pesticidas sem qualquer intervenção humana.


A Honda está a procura de parceiros adicionais para desenvolver a tecnologia e implementos ou acessórios que expandirão os usos potenciais para o Veículo de Trabalho Autônomo”,disse Pete Wendt, Sênior de Planejamento Avançado de Produto da Honda R & D Americas.

Este ano, na CES, a Honda está procurando parceiros adicionais para ajudar a tornar sua tecnologia de autodireção ainda mais adaptável a uma variedade maior de configurações e situações.

Novo Metzeler Cruisetec™ à venda em 2019

Durante a CUSTOM BIKE-SHOW que abriu as portas em Bad Salzuflen,Alemanha, a METZELER revelou o novo CRUISETEC™, um pneu Custom Touring desenvolvido para otimizar o desempenho de V-Twins modernas e antigas e pensado para motociclistas que querem ter o máximo de suas motocicletas em termos de dirigibilidade e aderência.

Com o novo CRUISETEC™, a METZELER estende a bem-sucedida gama V-Twin para usos voltados à performance. Este pneu melhora a dirigibilidade de motos atuais e antigas, fornecendo aderência extraordinária mesmo no piso molhado,consistência de desempenho de vanguarda e características inovadoras de estabilidade. O CRUISETEC™ oferece especificações revolucionárias de desenho da banda de rodagem, receita de compostos e estrutura de carcaça na produção de pneus para motocicletas V-Twin.

A METZELER desenvolveu o CRUISETEC™ para responder às necessidades de motociclistas que buscam passeios emocionantes e despreocupados e viver sua paixão pelas V-Twin que podem ser customizadas tendo em vista o desempenho. O CRUISETEC™ foi projetado para lidar com a última geração de Cruisers e Tourers,máquinas que os fabricantes mais relevantes do segmento estão equipando compeças de alta performance e os mais recentes recursos eletrônicos. Com o pneu METZELER CRUISETEC™, essas motos podem expressar todo o seu potencial de agilidade,maiores ângulos de inclinação, estabilidade aprimorada, conforto, menor distância de frenagem e maior velocidade nas curvas. Graças à combinação inovadora de características tecnológicas – incluindo inovações de ponta da indústria – pilotos experientes e novatos de V-Twins podem curtir um desempenho aprimorado, confirmando com folga o slogan da Metzeler “Performance Aperfeiçoada”.

Os principais benefícios do novo CRUISETEC™ para o piloto são:

• Curtir o desempenho, o que significa grande dirigibilidade, tomada e manutenção de linha, resposta imediata em todas as situações, mesmo no molhado e com aderência em curvas, e sensação de segurança aprimoradas.

• Consistência de performance, oque significa que a dirigibilidade é preservada por toda a vida útil do pneu graças à combinação de um sólido desenho de banda de rodagem com seu contorno de curvatura constante e layout bi-composto que preserva o perfil do pneu graças ao desgaste uniforme.

• Pilotagem suave e sem esforço graças à manutenção de linha maximizada ao se entrar e manter ângulos de inclinação.

• Maior confiança e segurança, também em piso molhado,que se deve à efetiva interação dos pneus com os recursos eletrônicos.

O METZELER CRUISETEC™, foi desenvolvido para responder às necessidades de desempenho de pilotagem de V-Twin e complementar o portfólio da METZELER para V-Twins, que agora consiste de:

CRUISETEC™, aperfeiçoando a performance das V-Twins de ontem e de hoje;

ME 888 Marathon™ ULTRA apresenta uma variedade incrível que inclui flanco branco, flanco laranja e medidas extra-largas;

ME77 Perfect, um desenho de banda de rodagem vintage desenvolvido para melhorar a pilotagem de customizações old-school.

O novo pneu CRUISETEC™ estará disponível a partir de janeiro de 2019 nas seguintes medidas:

Consórcio de motos alavanca o Setor

Na semana passada durante a coletiva para a imprensa da Abraciclo – Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares, seu presidente, Marcos Fermanian, destacou fatores como a ampliação da oferta de crédito e maior participação do consórcio estão sendo fundamentais para bons resultados.

Marcos Fermanian, presidente Abraciclo, foto Marcel Mano
Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo: ” Oferta de crédito e consórcio estão sendo fundamentais para bons resultados.”

Tais resultados fez com que a associação revisasse para cima as projeções de produção de motociclos em 2018, com 11% de crescimento, ante 2017.

image021De acordo com a ABAC – Associação Brasileira de Administradoras de consórcio, em junho o sistema de consórcios motocicletas bateu novo recorde com 85 mil adesões. Na comparação do primeiro semestre 2017/ 2018 o crescimento foi de 12,4%.

Marcel Mano
Vendas de novas cotas de motocicletas, imóveis e veículos pesados batem recordes do ano em junho. Ducati Caltabiano Foto Marcel Mano.

No fechamento do primeiro semestre do ano, o setor de motocicletas e motonetas segue acumulando adesões e de créditos comercializados, com as altas superiores a 10% em relação aos mesmos meses do primeiro semestre de 2017.

NO GERAL

O Sistema de Consórcios no País fechou o primeiro semestre do ano com vendas de 1,22 milhão de novas cotas, totalizando R$ 48,30 bilhões em créditos contratados. Quando aferidos com os mesmos seis meses de 2017, as altas superaram as expectativas. As adesões cresceram 10,9% sobre as 1,10 milhão do ano passado, enquanto os negócios aumentaram 10% em relação aos R$ 43,92 bilhões do mesmo período.

 

Marcel Mano
Marcel Mano Comunicação Integrada

 

Power Husky Husqvarna é a primeira fora da Europa

Power Husky foto Marcel ManoLocalizada na Zona Sul de São Paulo, mais precisamente no bairro de Moema, a concessionária Power Husky é a primeira loja FULL RANGE (100% exclusiva da marca Husqvarna Motorcycles) fora da Europa. Com espaço superior a 620 m² (303 m² de Showroom), planejados em parceria com a matriz, na Áustria, a planta contará com três nichos — On-road, Off-road Motocross e Off-road Enduro, — além de boutique e oficina.

Apesar da forte tradição nas competições, o foco estará voltado para o segmento Street, retomado pela marca em 2014, quando a Husqvarna Motorcycle apresentou pela primeira vez em EICMA, Itália, os primeiros protótipos dos modelos Vitpilen e Svartpilen. “O crescimento da marca no off-road brasileiro está bem encaminhado com o nosso trabalho nos últimos 5 anos, com a equipe de enduro e devido a tradição da Husqvarna Motorcycles”, comenta Maurício Fernandes, sócio/proprietário da 2W & Fernandes Group, empresa que cuida da importação da Husqvarna Motorcycles. “Agora é hora de voltar a trabalhar a imagem da Husky on-road. Com motos modernas, tecnológicas e exclusivas, como as naked Vitpilen e Svartpilen”, finaliza Maurício.

 

Power Husky foto Marcel Mano
Irmãos Fernandes a esquerda e diretor de marketing para a América do Sul da Husqvarna.

Power Husky foto Marcel Mano
Svartpilen 401.

Power Husky foto Marcel Mano
Vitpilen 701.

“O cenário do mercado nacional nos últimos anos não foi tão animador. Ainda assim, superamos o número de 200 motos/ano desde que assumimos a importação no Brasil”, conta Raul Fernandes Jr., sócio/proprietário da 2W & Fernandes Group. “Apesar do número expressivo, trabalharemos neste momento de forma realista e sob demanda, sem criar uma cifra fictícia,” acrescenta. A Power Husky conta com a maior parte dos modelos produzidos pela marca no país. “Nem todos vêm para o Brasil devido à baixa procura e o alto custo de importação. Porém, estamos prontos para atender qualquer cliente, trazendo motos também sob encomenda”, explica. “Fizemos um teste no primeiro trimestre deste ano, trazendo algumas 701 Enduro e 701 Supermoto. O resultado foi surpreendente, o que nos fez acreditar neste mercado”, ressalta Raul.Além do setor de vendas, a Power Husky está preparada para atender os clientes da Husqvarna Motorcycles com uma oficina completa e profissionais especializados em máquinas de alto rendimento. “Temos todos os equipamentos usados na Áustria, como o escâner XC1 e as ferramentas de precisão. Assim, nossos clientes podem ficar despreocupados, pois estamos garantidos desde o serviço básico até as preparações mais técnicas de motores e suspensões, por exemplo. Além da estrutura reforçada, oferecemos produtos diferenciados na região Sudeste, como os Maxxis Pneus”, afirma Maurício.

A Power Husky está aberta para receber público a partir do dia 28 de julho, e na semana seguinte, as primeiras motos de test-ride já estarão prontas. Os clientes poderão vir experimentar as motocicletas de teste sem agendamento de horário, e serão guiados por um profissional da loja. A concessionária está localizada na Av. Indianópolis, 564, Moema, São Paulo, SP, e o horário de funcionamento é de segunda-feira a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados, das 9h às 13h.

Os modelos disponíveis no Brasil:

On-road: Vitpilen 701, Svartpilen 401, 701 Supermoto e 701 Enduro.

Off-road Enduro: TE 150, TX 300, FE 250, FE 350, FE 450 e FE 501.

Off-road Motocross: TC 65, TC 85, FC 250, FC 350 e FC 450.

Os demais modelos podem ser vistos no site: http://www.powerhusky.com.br

Sobre a 2W & Fernandes Group

A experiência dos irmãos Fernandes, Maurício e Raul, com concessionárias diferenciadas, começou em 2011, com o desenvolvimento de lojas de luxo e alto padrão de motocicletas pela região sudeste do país. Juntos, ajudaram a consolidar marcas como BMW e Triumph no Brasil, e destacaram seus dealers como os principais pontos de venda de todo o mundo. Por exemplo, em 2013, alcançaram o título de número 1 em vendas das motos europeias no planeta. Em 2015, passaram a atuar, também, como importadores de motocicletas, com a Husqvarna Motorcycles. Em abril de 2017, lançaram a primeira e única concessionária Royal Enfield do Brasil, que em um ano, superou a marca de 700 motos emplacadas e se consolidou como a líder do segmento das Clássicas.

Texto: Divulgação

Fotos: Marcel Mano.

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BMW Motorrad tem menor desvalorização entre motos grandes, segundo pesquisa “Maior Valor de Revenda”, da Autoinforme

A BMW Motorrad tem a menor desvalorização entre as motos grandes vendidas do país, de acordo com a pesquisa Maior Valor de Revenda, da agência Autoinforme. A montadora foi a única a conquistar duas vitórias em categorias acima de 1000 cilindradas durante a cerimônia de premiação, que aconteceu na última sexta-feira (20) em São Paulo.

As vencedoras foram a BMW S 1000 RR, que obteve o título de esportiva com menor desvalorização do país ao atingir o índice de apenas 11,9% no primeiro ano de uso; e a aventureira BMW R 1200 GS, que venceu a categoria Big Trail acima de 800 cc, com desvalorização de 12,1% no primeiro ano.

A pesquisa é realizada anualmente pela agência Autoinforme e considera motocicletas comercializadas no Brasil, apontando o seu potencial de retenção de preço após um ano de uso. Ou seja, quanto menor o índice de desvalorização do veículo, maior o seu valor de revenda.

“Estamos muito satisfeitos com os resultados conquistados pela BMW Motorrad na pesquisa de Maior Valor de Revenda. A baixa desvalorização dos modelos é fruto da altíssima qualidade dos nossos produtos e do nosso consistente trabalho de pós-vendas, criando uma experiência premium antes, durante e depois da aquisição do veículo”, define Matteo Villano, gerente Sênior de Vendas da BMW Motorrad Brasil.

Para mais informações sobre a BMW Motorrad Brasil acesse: 

www.bmw-motorrad.com.br

Sobre o BMW Group

 Com suas quatro marcas BMW, MINI, Rolls-Royce e BMW Motorrad, o BMW Group é o fabricante líder mundial de automóveis e motocicletas e também fornece serviços financeiros e de mobilidade premium. Como uma empresa global, o BMW Group opera 31 instalações de produção e montagem em 14 países e possui uma rede global de vendas em mais de 140 países.

Em 2017, o BMW Group vendeu cerca de 2.463.500 milhões de automóveis e 164.000 motocicletas em todo o mundo. O lucro antes de impostos em 2017 foi de aproximadamente 10,65 bilhões de euros em receitas de 98,678 bilhões de euros. Desde 31 de dezembro de 2017, o BMW Group tinha uma força de trabalho de 129.932 colaboradores.

O sucesso do BMW Group sempre foi baseado no pensamento de longo prazo e em uma ação responsável. Portanto, a empresa estabeleceu a sustentabilidade ecológica e social em toda a cadeia de valor, a responsabilidade abrangente de produtos e um claro compromisso com a conservação dos recursos como parte integrante da sua estratégia.

Fonte: BMW Motorrad tem menor desvalorização entre motos grandes, segundo pesquisa “Maior Valor de Revenda”, da Autoinforme