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Motociclista têm mais medo de atropelar pedestre do que colidir com ônibus e caminhões

A Fundación MAPFRE divulgou, nesta quinta-feira (21), o estudo “Motociclistas na Cidade de São Paulo”, sobre o comportamento e índices de mortalidade destes condutores no trânsito na capital paulista.

Os resultados preocupam: dois em cada três motociclistas disseram ter pilotado moto por algum tempo mesmo sem ter habilitação; a maioria também admitiu não respeitar sempre o Código de Trânsito Brasileiro e circular pelos corredores (espaços entre as faixas de rolamento).

Os dados foram obtidos a partir de pesquisa quantitativa com 1.210 motociclistas e mais 40 entrevistas em profundidade. Além disso, foram entrevistados 10 técnicos de trânsito, e realizadas visitas técnicas a órgãos de trânsito que, de alguma maneira, se relacionam com o motociclismo.

A maior parte dos entrevistados utiliza a moto como ferramenta de trabalho e justifica comportamentos muitas vezes imprudentes, como exceder a velocidade, pela pressão pela pontualidade das atividades profissionais.

Entre os dados apresentados, também chama atenção a preocupação dos motociclistas com a possibilidade de causar lesões a terceiros, superior a ter colisões ou queda da moto. Isso porque 45% declarou ter como maior medo atropelar um pedestre nas ruas, enquanto 28% afirmou temer colidir com veículos maiores – como ônibus e caminhões.

“Para propor soluções efetivas para a redução das mortes causadas por acidentes de trânsito, é essencial entender o comportamento de todos os agentes e suas motivações. Nossa pesquisa, oferece um ponto de partida para o desenvolvimento de ações educativas e apoio a políticas públicas”, afirma a diretora da Fundación MAPFRE no Brasil, Fátima Lima.

As características das ocorrências também foram avaliadas. Segundo a pesquisa, 65% dos acidentes acontecem durante o dia, 57% em pontos pouco movimentados e 56% com a pista seca.

Acidentes e mortes

Praticamente todos os entrevistados afirmaram ter se envolvido em acidentes, 80% deles disseram conhecer alguém que morreu no trânsito e 84% possui colega com sequelas depois de uma ocorrência com moto.

No Brasil morrem, todos os anos, cerca de 40 mil pessoas em acidentes de trânsito – desse total 33,4% são motociclistas, de acordo com o Datasus, sendo homens (89,1%%), pardos (59,8%), com idades até 35 anos (33%) e solteiros (60,32 %).

Além das perdas humanas, os socorros, internações e tratamentos dessas vítimas constituem em gastos estimados em mais de R$ 70 bilhões ao sistema de saúde, de acordo com o Instituto Brasileiro de Segurança de Trânsito (IST). Nesse contexto, as mortes em ocorrências envolvendo motocicletas superaram 120 mil, de 2007 a 2017.

“Parte do aumento de mortes pode ser explicado pelo crescimento da frota de motocicletas e motonetas, que no ano passado atingiram 27 milhões de unidades nas ruas e já representam 27% da frota total no país. Por outro lado, é preciso rever o processo de formação de condutores, além de promover ações governamentais efetivas nas áreas de educação, segurança pública e infraestrutura das vias”, analisa o diretor de Educação para o Trânsito e Fiscalização do Detran-SP, Fernando Duran Poch.

Acesse o estudo “Motociclistas na Cidade de São Paulo” no link: http://www.fundacionmapfre.com.br/fundacion/br_pt/images/Relatorio-Motociclistas_SP-21x28_tcm1071-579433.pdf

Conclusão é resultado do estudo “Motociclistas na Cidade de São Paulo”, desenvolvido pela Fundación MAPFRE

Sobre a Fundación MAPFRE

Com sede na Espanha e atuação em 33 países, a Fundación MAPFRE é uma instituição sem fins lucrativos, que tem o objetivo de promover, fomentar e investir em pesquisas, estudos e atividades de interesse geral da população. No Brasil atua para disseminar valores, promover o acesso à informação, cultura e visa contribuir com o bem-estar da sociedade, apoiando e desenvolvendo iniciativas nas áreas de Ação Social, Prevenção e Segurança Viária, Seguro e Previdência Social, Promoção da Saúde e Cultura. Em 2018, suas iniciativas impactaram cerca de 2 milhões de brasileiros. Site: http://www.fundacionmapfre.com.br

Fabricantes e importadores têm somente até março para certificar componentes de motocicletas

Fonte: divulgação

O Instituto da Qualidade Automotiva (IQA) alerta fabricantes e importadores para o prazo de certificação de coroas, pinhões, correntes e escapamentos de motocicletas, que se encerra em 19 de março de 2019, conforme a Portaria Inmetro nº 356, de 30 de outubro de 2018, que revisa a Portaria Inmetro nº 123, de 19 de março de 2014.

Coroas, pinhões, correntes e escapamentos, fabricados e importados, deverão estar adequados a partir de 19 de março de 2019.

A vigência da obrigatoriedade, que antes teria início em 19 de março de 2018, foi revista pelo Inmetro após reivindicações do setor, segundo Sergio Kina, gerente técnico do IQA. “O Inmetro fez alguns ajustes técnicos e estendeu o prazo em atendimento ao pleito dos fabricantes e importadores”, explica Kina.

Para realizar as adequações, fabricantes e importadores deverão considerar os requisitos das novas portarias para a certificação de correntes (Portaria Inmetro nº 357, que substitui a Portaria Inmetro nº 44), coroas (Portaria Inmetro nº 358, que substitui a Portaria Inmetro nº 45) e pinhões (Portaria Inmetro nº 359, que substitui a Portaria Inmetro nº 47). Para a certificação de escapamentos, permanece a Portaria Inmetro nº 50.


“O Inmetro fez alguns ajustes técnicos e estendeu o prazo em atendimento ao pleito dos fabricantes e importadores”
Sergio Kina, gerente técnico do IQA.

Demais prazos – Fabricantes e importadores deverão zerar os estoques dos produtos sem certificação até 19 de setembro de 2019. Já os varejistas terão até 19 de março de 2021 para escoar os produtos sem a certificação. De acordo com o Inmetro, quem não atender aos prazos estará sujeito às penas previstas na lei, que são apreensão dos produtos e multa.

Não se engane com a aparência da nova Himalayan ela não é o que parece

Se livre de quaisquer preconceitos que tenha em relação a uma moto importada on-off Road de origem indiana. O inédito modelo da Royal Enfield no Brasil oferece mais do quê seu exterior revela. Confira!

Arun Gopal, Diretor de Negócios Internacionais da Royal Enfield e Claudio Giusti,
Diretor Geral da Royal Enfield no Brasil

Texto: Marcel Mano

Fotos: Divulgação Royal Enfield e Marcel Mano

A Himalayan nasceu do desenvolvimento de cinco anos e testes em vários terrenos off-road e perímetro urbano, além dos campos de prova como no aeródromo britânico de Bruntingthorpe – com vários tipos de circuitos, e na pista de corrida de Sriperumbudur, em Chenral, na Índia, a partir do zero a Royal Enfield Himalayan. Lançada em 2016, passa agora a ser comercializada no Brasil, por R$ 18.990,00, sem frete incluso, nas cores Granite ou Snow.

Seu motor monocilíndrico de 411 cc (LS410), comando por corrente, duas válvulas, arrefecido a ar e assistido por radiador de óleo – sistema com capacidade total de 1.800 ml do óleo semissintético SAE 15W 50, injeção eletrônica que desenvolve potência máxima de 24.5 BHP (24.16 CV) @ 6500 RPM e torque de 32 Nm @ 4000-4500 RPM leva uma injeção eletrônica Keihin (japonesa), e um preciso e bem escalonado câmbio de cinco velocidades com embreagem deslizante.

Protetor de cárter é item de série e além de defender o cárter abriga o canister .

O propulsor basicamente nasceu Euro 4, o catalisador e escape conta com sensor de oxigênio, o canister do sistema EVAP – evita que os vapores de gasolina escape do tanque de combustível para a atmosfera,  fica situado entre o cárter e protetor de cárter, as EFI ECU e sensor de inclinação ficam sob o assento e a ECU sob o tanque de combustível.

Acesso do ajuste da pré-carga é realizado pela parte de baixo da balança.

 O chassi é um berço duplo desmontável.  Suspensão dianteira convencional com barras de 41 mm de diâmetro e 200 mm de curso, enquanto a traseira leva um monoamortecedor com link e sete níveis de ajuste da pré-carga da mola, com 180 mm de curso.

Os freios, a disco em ambas as rodas, assistido por ABS (Bosch) de duas vias com os flexíveis do tipo Aeroquip e utilização do fluído do Tipo DOT 3 ou 4. Na dianteira o disco de 300 mm de diâmetro tem pinça de dois pistões Bybre – Brembo na Índia, que trabalha montado em roda raiada, aro de aço, de 21 polegadas e pneu Pirelli 90/90-21.

Disco de 240 mm de diâmetro, pinça de único pistão, na traseira e roda raiada de 17 polegadas montada com pneu Pirelli MT-60 120/90-17.

132 km em estrada de terra, estrada vicinais, rodovia e trilha

Ao guidão, a ergonomia é um ponto forte. Ao rodar, o conjunto de direção, chama a atenção. Firme, preciso e macio, pareceu do tipo assistido, transmite enorme sensação de segurança.

Na terra atenção especial ao limite da pressão nos freios a disco com sistema ABS. Precaução com o traseiro que apresenta maior sensibilidade nesse tipo de piso.

Vale lembrar que para todo o roteiro a suspensão traseira estava regulada na mais dura e a pressão dos pneus estavam levemente baixa, em relação a recomendada no uso urbano.

A Himalayan parece ter encontrado seu segundo ambiente, a mão nas mudanças de direção, frenagens e derrapagens.

O assento de dois níveis a 800 mm de altura do solo é confortável e a condução na posição em pé, tudo fica ao alcance, braços relaxados no guidão com acesso aos comandos, joelhos no tanque e pernas esticadas e levemente flexionadas.


Observo na Himalayan a frente, que mesmo no chão de terra, o para lamas, a placa e seu suporte não apresentavam as típicas vibrações, responsáveis pela quebra de placas e suportes, depois de um tempo.

Dez quilômetros depois um trecho bastante sinuoso da estrada dos Romeiros, novamente surpresa com o conjunto de direção. Trecho travado com máxima de 50 km/h, a terceira marcha é suficiente. Ausência de vibrações.

Na condução em cruzeiro, realizando jogo de corpo, projetado para fora do assento nas curvas, zigue-zague e o comportamento permaneceu neutro, um modelo para iniciantes e novatos. Se somarmos tais características a baixa altura do assento ao solo, por que não para o público feminino?

Sua ciclística é resultado da somatória de todo o conjunto, inclusive do motor que até então não apresentava vibrações típicas de monocilíndricos desse volume. O Baixo centro de gravidade também contribui em grande parte para a condução prazerosa no on-on-off road.

Na Rodovia, quinta marcha, 5.750 RPM, velocidade de cruzeiro no painel de 120 km/h – peso 75 quilos, mais cerca de uns 185 quilos da Himalayan com os fluidos, freios e suspensões, pouco mais de ¾ de gasolina no tanque com capacidade para 15 litros.

Vibração muito pouco perceptível, a Himalayan não chimou, não sinalizou oscilações e seu para brisa corta bem o vento, com conforto e segurança. O motor atende ao propósito da sua entrega, retomadas graças ao alto torque, potência utilizável a baixas rotações, e suavidade em quarta e quinta marchas. A adequação à gasolina brasileira é imperceptível, sem engasgos, desacelerações, retomadas e outras condições. O som do escapamento agrada.

Nas fotos o punho esquerdo com a alavanca de acionamento do “afogador”, para países com frio extremo.

Não conformado com a quase nula vibração do conjunto, por um breve instante desci uma marcha, agora em quarta, 120 km/h, 6.000 RPM, chegou a vibração que não se alterou muito aos cerca de 130 km/h a 7.000 RPM, quando o sistema de corte, entra em ação – lembre quarta marcha. Em quinta marcha a rotação de corte parece muito mais distante, porém as condições de testes não eram ideais para colocar essa teoria em pratica.

A Himalayan foi apresentada a imprensa e influencers no Brasil, dia 24, em São Paulo.

Os freios ABS na terra, reproduz asfalto, com o traseiro mais sensível. Numa marginal num longo trecho de reta alicatei os freios, simulando uma situação de emergência, uma única vez, as velocidades de 40, 60 e 80 km/h. O comportamento foi o esperado em veículos equipados com sistema ABS: curta distância percorrida sem arrasto ou mudanças de direção. A atenção aos componentes e projeto do conjunto do sistema de freios justifica.

Quando acionado o dianteiro, até o limite, o ABS se comporta sem travar de qualquer forma a roda, a suspensão não afunda em demasia, e a transferência de peso não são suficientes para alavancar. Enquanto na  traseira, quando acionado da mesma forma, o ABS entra em uso daquela forma de trava libera, trava libera. Esse tipo de atuação é que requer um pouco mais de costume na condução em pisos mais lisos, inclusive na terra.

Comprei terreno – jargão off-road para tombos

Em uma curva na qual o piloto a minha frente estava parado no meio da trilha, tirei para o lado da mata. O sensor de inclinação entrou em ação cortando a alimentação e ignição. A moldura/suporte protegeu o tanque e a lateral de qualquer contato com o solo, somente o pezinho do pisca que quebrou – todo o conjunto lâmpada LED, lente e pezinho são vendidos por R$ 65,00 pela Marca.

A trilha seguiu por longos percursos em subida com cerca de 60 graus de inclinação e piso de relva, terra seca e lama. A altura, ângulos, geometria, suspensões, rodas raiadas da Himalayan favorecem superar cavas e valas com certo conforto e segurança. Os pneus Pirelli MT-60 se apresentaram neutros, respondendo melhor que o esperado nesse tipo de piso.

Na descida, mesmo com grande inclinação, o freio motor em primeira marcha, e jogo de corpo,  foram suficientes, além de eventuais aceleradas para embalar ou superar cavas, valetas e obstáculos.

Em uma única ocasião a pedaleira bateu em um toco. A temperatura do motor se elevou muito pouca coisa em relação a condução anterior, não chegando a incomodar ou mostrar mudanças no funcionamento.

No QG do Himalayan Ride, 132 km rodados, calculei o consumo médio em cerca de 35,2 km/l, melhor que as médias de 22 a 33 km/l relatadas. Pena não ter tido a oportunidade em conduzi-la em trânsito típico dos grandes centros urbanos.


A Himalayan atende a proposta aventureira, ainda mais para quem curte um estilo retro ou mesmo uma on-off Road da velha escola europeia, diferente da profusão de japonesas.

A Himalayan representa metade das vendas dos modelos Royal Enfield nos Estados Unidos, Europa e Austrália.


Claudio Giusti, Diretor Geral da Royal Enfield no Brasil posiciona a Himalayan como o modelo perfeito para o turismo de aventura de longas distâncias. “É adequada para percursos longos em terrenos difíceis, mas ao mesmo tempo é adaptada para o uso em grandes cidades”, explicou.

 Himalayan veio para diversificar o turismo
de aventura no Brasil 

Preços dos modelos concorrentes:

– R$ 5.000,00 é o que a separa da Honda XRE 190, – R$ 7,5 mil da Yamaha Crosser 150Z. +2,5 mil comparado com as ainda existentes unidades da Yamaha Ténéré 250 2019 ou + 2,0 mil na Yamaha Lander 250 ABS 2019 e + 8 mil por uma Honda CB 500X. Ainda – 300 Reais em relação a Honda XRE 300 Rally. + 3 mil para a Kawasaki Versys 300-X e + 5,5 mil na BMW G 310 GS.

No segmento de turismo de aventura – 250 a 500 cc, a Himalayan agrega itens de série normalmente opcionais em outras marcas, como proteções e suportes prontos para malas e tanques adicionais. Além de capas em borracha (amortizador) nas pedaleiras, protetor do cárter, freios ABS com pinças Bybre – Marca da Brembo na índia desde 2009 (equipa inclusive a KTM Duke 390 e BMW G310 GS), para-brisa regulável em duas alturas, freios a disco e sistema ABS em ambas as rodas com flexíveis tipo Aeroquip e cavalete central.

Ainda, Lampejador de farol, contrapesos no guidão, tampa tipo aeronáutica com tampa protetora do miolo da tampa do tanque de combustível com capacidade de 15 litros, suspensão traseira regulável na traseira, lâmpadas LED – exceção farol, aviso de apoio lateral baixado, indicador de marchas, serviço, computador completo e bussola.


– Para o transporte diário, aventuras e viagens.
– Sistema ABS nas duas rodas a disco com pinças Bybre/Brembo e flexíveis do tipo Aeroquip – recoberto por malha de aço.
– Peças de manutenção e reposição a preços razoáveis com itens de grande rotatividade em nosso mercado.


Quando Arun Gopal, Diretor de Negócios Internacionais da Royal Enfield disse que: “a Himalayan é uma motocicleta simples e capaz de ir a qualquer lugar”. 

Creio que ele também se referia a simplicidade e soluções de itens para manutenção ou reparos:  como uma bomba de elétrica de combustível não blindada no interior do tanque de combustível, com fácil acesso externo.

Iluminação da lanterna, luz de freio, placa e piscas em LED a exceção da lâmpada incandescente do farol, pelo fato da enorme disponibilidade desse tipo de lâmpada em todo o Mundo em contrapartida a lâmpada LED. Um exemplo, no comercio a lâmpada incandescente  h4 60/55w Philips, custa R$ 13,90.

A mesma preocupação indicada na opção por um filtro de ar de elemento seco, em contrapartida a um filtro de espuma, pois nem sempre se poderá ter a mão recursos para sua limpeza.

Não gostei! – Modelo para o Brasil não oferece sistema de segurança que equipa Himalayan nos Estados Unidos, luz de freio pisca com intensidade diferente conforme a força da frenagem para avisar veículos atrás.

A disponibilidade de ofertas de itens de manutenção e reposição são encontrados a preços competitivos em nosso mercado.

– Litro óleo semissintético SAE 15W 50 R$ 18,20

– Bateria 12V – 8 AH MF battery R$ 200,00

– Pneu similar 90-90-21 54S TT Dianteiro Falcon / Tornado / NX400 R$ 119,99

– Pneu similar 120-90-17 64S TT Traseiro Falcon 400 / NX 400 R$ 169,99

– conjunto lâmpada LED, lente e pezinho original RE por R$ 65,00

-Fluído freio DOT 4 R$ 9,70

Abaixo, acessórios originais Royal Enfield para a linha Himalayan, ainda sem data e preços definidos.

Em fase final de homologação, inicialmente serão acessórios baús laterais, bolsas, guidão, assentos “confort” e proteção para a barra do guidão.

O kit de ferramentas que vêm na Himalayan é o essencial, faltou chave para a regulagem do amortecedor traseiro.

– 1 unidade Chave Allen 4mm;
– 1 unidade Chave Allen 6mm;
– 1 unidade Chave de vela;
– 1 unidade Chave com ponta fenda e na outra extremidade philips;
– 1 unidade tubo extensor para as chaves;
– 1 unidade de Chave Combinada aberta 17 mm e 13 mm;
– 1 unidade de Chave Combinada Fechada 24 mm e aberta 14 mm;
– 2 unidades de Chave Combinada aberta 10 mm e 12 mm;
– 1 Estojo de ferramentas.

Arun Gopal, Diretor de Negócios da Royal Enfield aproveitou a ocasião para anunciar maior crescimento em 2019, que nos últimos 20 meses, com a inauguração de 10 novas Concessionárias Royal Enfield, distribuídos pelas regiões Sul, Sudeste e centro-Oeste, nas cidades de Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília e mais uma em São Paulo.

Acredito que os negócios irão crescer rapidamente, quando; as concessionárias estiverem instaladas ao menos nos grandes centros consumidores e seguido da apresentação dos modelos bicilíndricos da Royal Enfield, Continental GT e Interceptor, em novembro, durante o Salão Duas Rodas e suas comercialização em 2020.

A segunda concessionária paulistana é especulada para o mês de Maio e outra em Ribeirão Preto ou Campinas – senão ambas, assim como a loja carioca para o final do ano, por enquanto rumores. Além das novas concessionárias, a chegada de novos modelos bicilíndricos de 650 cc da Royal Enfield.

Royal Enfield Himalayan, disponível nas cores Branca (Snow) ou Preta (Granite), por R$ 18.990,00, sem frete incluso. 24 meses de garantia da Marca, revisões a cada 5.000 km e trocas de óleo, filtro de óleo e elemento do filtro de ar a cada 10 mil km.

Vídeo da Himalayan no Brasil pela piloto Moara Sacilotti e cliente Royal Enfield convidado.

Vídeo da Himalayan nos Himalayans, na Índia.

Vídeo do Ride Himalayan, o qual participei a convite da Royal Enfield.

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

MOTOR

Tipo: Monocilindro, Resfriado a ar, 4 Tempos, SOHC

Cilindrada: 411cc

Diâmetro x Curso: 78mm x 86mm

Índice de Compressão: 9.5:1

Potência Máxima: 24.5 BHP(24.16 CV) @ 6500 RPM

Torque Máximo: 32 Nm @ 4000-4500 RPM

Sistema de Ignição: Ignição Eletrônica Digital

Embreagem: Multidiscos banhados a óleo

Câmbio: 5 marchas

Lubrificação: Cárter úmido

Sistema de Combustível: Injeção eletrônica de combustível

Partida: Elétrico

CHASSI

Tipo: Berço duplo desmontável

Suspensão Dianteira: Telescópica, 41 mm de diâmetro, 200 mm de curso

Suspensão Traseira: Monoamortecida com link, 180 mm de curso

Distância entre eixos: 1465 mm

Distância do solo: 220 mm

Comprimento: 2190 mm

Largura: 840 mm

Altura do Assento: 800 mm

Altura total: 1360 mm (com o para-brisa)

Capacidade do Tanque: 15+/-0.5 lts

Peso: 185 Kg

FREIOS E PNEUS

Pneu Dianteiro: 90/90-21″

Pneu Traseiro: 120/90-17″

Freios Frontais: Disco Brembo de 300mm de diâmetro

Freios Traseiros: Disco único de 240mm de diâmetro

ABS: ABS de duplo canal

Onde encontrar:

ROYAL ENFIELD SÃO PAULO

Avenida República do Líbano, 2099 Moema CEP:04502-100 São Paulo – SP Brasil

Landline: (+55) 11 5051 7700

PARA CONTEÚDO DESSE TIPO, ENTRE EM CONTATO.

Ducati, Audi e Ford, apresentam tecnologia de comunicação para segurança no CES 2019

O projecto ConVeX (Connected Vehicle to Everything) É uma parte essencial da estratégia “Safety Road Map 2025” da Ducati, que visa desenvolver novos sistemas e tecnologias de segurança. Os estágios iniciais dessa estratégia serão o ABS Cornering estendido para todo a linha Ducati e lançamento no mercado, em 2020, de um modelo Ducati com radar dianteiro e traseiro.

A Ducati, Audi AG, a Ford Motor Company e a Qualcomm Technologies, Inc., subsidiária da Qualcomm Incorporated, anunciaram os esforços contínuos das empresas para ajudar a acelerar implantação da parte do Consumer Electronic Show® 2019 (CES 2019), uma Ducati Multistrada 1260, bem como Audi e Ford veículos, demonstram situações de condução utilizando comunicações diretas C-V2X.

Neuburg, 03.07.2018: xxx. Foto: Lukas Barth

Todos os veículos foram equipados com a tecnologia C-V2X utilizando o chipset Qualcomm® 9150 C-V2X para demonstrar um caso de uso de interseção cooperativo, exibindo como o C-V2X pode ser usado entre veículos para negociar o direito de passagem ao entrar em um veículo de quatro vias. – intersecção sinalizada onde as condições de compartilhamento de intenção e de não alinhamento de linha (NLOS) tornam ideal o uso de um sensor sem fio, como o C-V2X.

As empresas também exibiram cenários adicionais de segurança de Veículo para Veículo (V2V), Veículo para Pedestre (V2P) e Veículo para Infraestrutura (V2I), demonstrando a maturidade e o potencial da tecnologia C-V2X. O caso de uso do V2V incluiu o cenário Intersection Movement Assist (IMA), que é uma contramedida importante para abordar colisões de ângulos nas interseções, enquanto o cenário V2P exibiu como o C-V2X pode ser usado para proteger usuários vulneráveis, incluindo pedestres e ciclistas. O caso de uso do V2I apresentava o cenário de Aviso da zona de trabalho, que é projetado para fornecer aos motoristas um alerta avançado sobre a construção da estrada, permitindo que eles manobrem de maneira segura.

Flat Track é homologada pela Federação Paranaense de Motociclismo

A Federação Paranaense de Motociclismo acaba de reconhecer a Flat Track como nova modalidade, um passo importante para o desenvolvimento do esporte ainda pouco conhecido no Brasil. Cezinha Mocelin, responsável pelo início da prática em Curitiba, foi nomeado diretor pela entidade.

©2017 Ebraim Martini
Crédito: Ebraim Martini

Ele explica que a Flat, ou Dirty Track, surgiu nos Estados Unidos, na década de 20, virando uma grande mania entre os americanos. Aqui no país, ela desembarcou com Flávio Sieber Luz, que criou há três anos a primeira disputa, durante o Rodeo Motorcycle, em Sorocoba (SP).

Mas afinal, o que é a Flat Track? Nela, os pilotos alinham no gate com suas Harley Davidson 883. O circuito é oval, de 530 metros. As provas duram 12 voltas e o primeiro a receber a bandeira quadriculada é o grande vencedor. O regulamento foi ajustado para o Brasil, no exterior participam outras motocicletas e a pista pode ser maior.

Flávio complementa. “O que move a modalidade é a paixão pela Harley Davidson. E foi assim que tudo começou, em um circuito oval de terra batida, trocando os cavalos por motos. São amigos correndo, mas com clima de brincadeira, diversão. Logo identifiquei que faltava algo com essa pegada nostálgica no país e estou muito feliz por vê-la crescer aqui”, afirma o fundador da Lucky Friends Kustom House.

©2017 Ebraim Martini
Crédito: Ebraim Martini

Cezinha destaca que Curitiba é hoje a cidade com o maior número de pilotos de Flat Track. “Somos em cinco equipes, com dez motos. No Brasil, participam 22 pessoas. A gente brinca que mesmo se você for o pior em pista, ainda será o 22º melhor do país. E é nesse clima de descontração que vamos crescendo”, comenta.

E neste fim de semana já rola competição na Usina 5, durante o BMS Motorcycle – o maior evento do universo duas rodas do Sul do Brasil. A programação conta ainda com Muro da Morte, Globo da Morte, Campeonato de Velocross, Wheeling, provas de habilidades, Pista de Skate, expositores, shows musicais, entre outras atrações.

O presidente da Federação, Gilberto Rosa – Juba, ressalta que a entidade tem um verdadeiro compromisso com o desenvolvimento do motociclismo nas mais diferentes modalidades. “A Flat Track tem muito potencial, é algo diferente do que temos hoje, como as tradicionais corridas de motocross, por exemplo. Tenho certeza que irá se desenvolver rapidamente”, exalta.

Lâmpadas para todos os estilos de motos

 Para ampliar as  condições  de  enxergar  melhor  nas  ruas  e  estradas,  mudar  o  estilo  da   motocicleta,  evitar  paradas  frequentes  na  oficina  ou  ainda  despertar  a  atenção  de  outros  condutores  no   trânsito,  basta  apenas  uma  rápida  parada  em  uma  loja  de  autopeças  e  realizar  a  troca  de  uma  lâmpada.

MotoVision_Comparison_orange São  diversas  as  opções  de  lâmpadas  Philips  para  segmento  das  duas  rodas  oferecidas  no   mercado  brasileiro  que  priorizam  e  combinam  o  estilo,  a  segurança  e  ainda  a  durabilidade  das  lâmpadas   para  atenderem  seja  qual  for  o  perfil  do  motociclista.

 A  Philips  XtremeVision  moto  oferece  até  130%  mais  luminosidade  se  comparada  com  as  lâmpadas   comuns  e  também  alta  resistência  à  vibração,  combinando  segurança,  performance  e  conforto.  Para   potencializar  a  performance,  a  lâmpada  utiliza  um  gás  especial  e  precisão  do  filamento.  A  tecnologia   empregada  também  aumenta  a  durabilidade  da  lâmpada,  trazendo  alta  resistência  à  vibrações.

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 A  instalação  do  modelo  da  Philips  não  requer  adaptações  elétricas  e,  como  consequência,  não  acarreta  na   perda  da  garantia  da  motocicleta.  A  Philips  XtremeVision  moto  está  disponível  nos  formatos  H4  e  H7  de   12V.

H4_Philips_12342MVB1_MotoVision_RFT
H4_Philips_12342MVB1_MotoVision_RFT

  A  Philips  MotoVision  também  revela-­   se  uma  grande  aliada  quando  o  assunto  é  segurança.  A   necessidade  de  ver  e  ser  visto  no  trânsito  é  imprescindível  e  este  é  o  apelo  principal  desta  lâmpada  que   projeta  um  efeito  alaranjado  de  luz  dentro  dos  limites  da  regulamentação  de  trânsito  brasileira,   despertando  mais  a  atenção  de  outros  condutores.  A  Philips  MotoVision  projeta  40%  mais  luz  quando   comparada  com  original  da  moto,  obtida  por  meio  de  um  gás  especial  e  filamento  de  tungstênio  de  alta   pureza.

 A  Philips  HighPerformance,  disponível  no  formato  de  lâmpada  HS1,  foi  desenvolvida  levando  em   consideração  que  a  vibração  de  uma  motocicleta  é  até  cinco  vezes  maior,  quando  comparada  a  de  um   automóvel.  A  versão  de  12V  e  35/35W  traz  alta  resistência  às  imperfeições  da  pista  tendo  como  principais   apelos  a  maior  segurança  para  o  motociclista  e  melhor  custo‐benefício.

ExtraDuty LATAM only
Vibration resistant, para resistir as imperfeições da pista.

Para  os  formatos  de  lâmpadas  de  motocicletas  H4,  o  consumidor  encontra  no  mercado  brasileiro,  nas   principais  lojas  de  autopeças,  a  Philips  ExtraDuty  Moto,  com  durabilidade  até  4  vezes  mais  que  as   lâmpadas  convencionais,  além  de  oferecer  resistência  às  vibrações  de  até  20G.

MotoVision_Comparison_PUP Tais  melhorias  voltadas  a  durabilidade  são  obtidas  por  conta  de  tecnologias  empregadas  nas  lâmpadas   halógenas  durante  o  processo  de  fabricação,  como  reforços  no  filamento  dos  produtos.  Os  produtos  da   marca  são  produzidos  ainda  com  vidro  de  quartzo  UV  que  filtra  os  raios  ultravioletas  prejudiciais  que   podem  danificar  os  faróis,  evitando  ainda  o  amarelamento  da  lente  do  conjunto  ótico.  E  quando  o   assunto  é  instalação,  a  troca  é  bastante  simples  e  não  requer  qualquer  adaptação  elétrica.

 Quem  aposta  na  iluminação  para  mudar  o  estilo  e  personalizar  a  sua  motocicleta  pode  contar  com  a  linha   Philips  CrystalVision  moto.  A  gama,  já  reconhecida  no  mercado  nacional  por  oferecer  o  chamado  “efeito   xenon  extra”,  que  combina  luz  mais  branca  na  pista  e  visual  azulado  no  faról,  traz  maior  resistência  à   vibração,  o  que  eleva  ainda  mais  a  durabilidade  das  lâmpadas.  O  tipo  H4  (35/35W)  conta  com  uma  característica  adicional  para  garantir  máxima  resistência  à  vibração  (20G).  A  tecnologia,  conhecida  como   ExtraDuty,  oferece  uma  fixação  mais  robusta  do  filamento  no  bulbo,  o  que  resulta  no  aumento  da   durabilidade  da  lâmpada.

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As  versões  H4  (60/55W)  e  H7  da  Philips  CrystalVision  moto  oferecem  resistência  às  vibrações  de  até  10G.   A  CrystalVision  moto  é  uma  excelente  opção  de  lâmpada  que  combina  durabilidade  e  estilo  com  projeção   da  luz  branca.  O  visual  azulado  nos  faróis  é  resultado  da  tecnologia  exclusiva  da  marca  “Gradient   Coating”.  A  performance  é  assegurada  pela  luz  branca  e  brilhante  com  temperatura  de  cor  de  até  4.300   K(para  os  tipos  H4),  com  o  mesmo  consumo  de  energia  que  as  lâmpadas  convencionais  de  fábrica.

A  lâmpada  Philips  BlueVision  oferece  luz  branca  com  temperatura  de  cor  de  até   3700K.  Este  modelo   produz  uma  luz  mais  branca  e  brilhante,  estimulando  a  concentração  do  motociclista  durante  à  noite.     Disponível  nos  modelos:  H1,  H3,  H4  (60/55W),  H7,  HB3,  HB4  e  M5.

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 A  Lumileds  é  líder  global  em  soluções  de  iluminação.  A  empresa  desenvolve,  fabrica  e  distribui  LEDs   inovadores  e  produtos  de  iluminação  automotiva  que  ajudam  os  clientes  a  ganhar  e  manter  uma   vantagem  competitiva.  Para  saber  mais,  visite  o  site  www.lumileds.com.

 

 

Consórcio de motos alavanca o Setor

Na semana passada durante a coletiva para a imprensa da Abraciclo – Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares, seu presidente, Marcos Fermanian, destacou fatores como a ampliação da oferta de crédito e maior participação do consórcio estão sendo fundamentais para bons resultados.

Marcos Fermanian, presidente Abraciclo, foto Marcel Mano
Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo: ” Oferta de crédito e consórcio estão sendo fundamentais para bons resultados.”

Tais resultados fez com que a associação revisasse para cima as projeções de produção de motociclos em 2018, com 11% de crescimento, ante 2017.

image021De acordo com a ABAC – Associação Brasileira de Administradoras de consórcio, em junho o sistema de consórcios motocicletas bateu novo recorde com 85 mil adesões. Na comparação do primeiro semestre 2017/ 2018 o crescimento foi de 12,4%.

Marcel Mano
Vendas de novas cotas de motocicletas, imóveis e veículos pesados batem recordes do ano em junho. Ducati Caltabiano Foto Marcel Mano.

No fechamento do primeiro semestre do ano, o setor de motocicletas e motonetas segue acumulando adesões e de créditos comercializados, com as altas superiores a 10% em relação aos mesmos meses do primeiro semestre de 2017.

NO GERAL

O Sistema de Consórcios no País fechou o primeiro semestre do ano com vendas de 1,22 milhão de novas cotas, totalizando R$ 48,30 bilhões em créditos contratados. Quando aferidos com os mesmos seis meses de 2017, as altas superaram as expectativas. As adesões cresceram 10,9% sobre as 1,10 milhão do ano passado, enquanto os negócios aumentaram 10% em relação aos R$ 43,92 bilhões do mesmo período.

 

Marcel Mano
Marcel Mano Comunicação Integrada