Comunicado aos proprietários de motocicletas Triumph

Agência g6 Comunicação

Speed Twin (5)

A Triumph Motorcycles Brazil convoca os proprietários de 201 motocicletas comercializadas no Brasil, modelo Speed Twin, ano-modelo 2019-2019, com número de chassi entre 97ND54HF9KM932929 e 97ND54HF3LM976037, para participar de uma campanha de recall. Em todas estas motocicletas será aplicada a trava química na região da junta esférica do pedal de câmbio.

A alavanca de conexão do pedal de marcha pode vir a se soltar na região da junta esférica, resultando em um movimento excessivo no final da alavanca de mudança de marchas, que pode restringir a movimentação do pedal de marcha. Nas motocicletas afetadas, as juntas esféricas dianteira e traseira podem vir a se soltar, dificultando a troca de marchas e, eventualmente, se não corrigida, deixar o condutor sem a possibilidade de seleção de marchas, podendo aumentar o risco ao piloto, garupa e terceiros.

Os proprietários deste modelo, cujo chassi está dentro do intervalo informado acima, devem entrar em…

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Triumph participa do filme “Aves de Rapina – Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa”

Triumph participa do filme “Aves de Rapina – Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa”

Agência g6 Comunicação

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A Triumph Motorcycles, mais uma vez, está incrivelmente orgulhosa de anunciar uma parceria global com a Warner Bros. Pictures para participar do próximo filme “Aves de Rapina – Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa”, com estreia prevista para o dia 6 de fevereiro nas telonas do Brasil. A Triumph Street Triple RS é destaque no filme, pilotada pela misteriosa especialista em bestas, a personagem Caçadora, que, no filme, deve unir forças com Arlequina, Canário Negro, Renee Montoya e Cassandra Cain para formar uma gangue de garotas vigilantes.

A parceria entre a Triumph e a Warner Bros dá sequência a um legado longo e duradouro de mais de 100 anos de presença marcante das motocicletas inglesas em filmes de grande sucesso no mundo todo. Recentemente, por exemplo, foi anunciada uma parceria com o 25° filme de James Bond, o agente 007, “Sem Tempo para Morrer”, na qual os modelos Scrambler 1200 e…

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NXR 160 Bros é a moto mais valorizada do Brasil

Da Divulgação.

A Honda NXR 160 Bros é campeã geral do Selo Maior Valor de Revenda-Motos 2019, certificação feita pela Agência Autoinforme em parceria com a Textofinal de Comunicação. A trail registrou uma perda de apenas 5,6% do seu preço após um ano de uso.

A NXR 160 Bros ganhou o título de moto mais valorizada do Brasil pela quarta vez consecutiva. Desempenho, design, economia de combustível e outros atributos são importantes na hora de comprar uma moto OK, mas o valor de revenda é fator relevante na decisão de compra. Isso porque o consumidor vai quer perder muito na hora da troca. A moto bem valorizada tem a preferência do comprador.

Daí a importância de conhecer o índice de depreciação de cada moto do mercado, informação revelada pelo Estudo de Depreciação feito pela Agência Autoinforme e que define a certificação Maior Valor de Revenda. O Selo Maior Valor de Revenda certificou nesta 4ª edição 17 categorias.

Para Luiz Cipolli Junior, responsável pelo Estudo de Depreciação, a valorização da moto depende de vários fatores: da potência, da marca, da rede de revendedores, do cuidado que a marca tem em relação ao pós-venda, ao segmento, a origem, ao fato de ter grande volume de venda, à sua aceitação no mercado. “Daí a importância do Selo – disse Cipolli – tanto para o consumidor, que tem uma orientação mais precisa na hora da compra, como para as montadoras e importadoras, que podem desenvolver ações que remetam a uma valorização maior dos seus produtos”.

A pesquisa avaliou o comportamento de preços dos 101 modelos zero km mais vendidos, de 12 marcas. Além das marcas que tiveram motos vencedoras desta 4ª edição do Selo Maior Valor de Revenda, foram avaliados modelos das marcas Wuyang, Dafra, Haojue, Kymco e Suzuki.

A Honda foi a marca mais premiada também nesta edição, com vitória em oito categorias. No total, até hoje, a marca levou 25 troféus, sendo quatro como campeã geral. Em segundo lugar vem a Yamaha com 11 certificações em quatro, mas apenas uma vitória este ano, na categoria Naked acima de 800 cc, com um índice de depreciação de 8%.

O Estudo de Depreciação considerou os preços praticados no mercado de motos zero em outubro de 2018 (e não os preços de tabela) e comparou com o preço da mesma moto um ano depois, em outubro de 2019. Considerou também as eventuais diversidades ocorridas no mercado na época da cotação – como disponibilidade do produto, bônus concedidos pelas fábricas e repassados ao consumidor, entre outros fatores – eliminando eventuais distorções de preços provocadas por essas ações.

Veja os ganhadores de 2019
Dezessete motos foram contempladas em suas categorias:

CATEGORIAMARCAMODELO%
50″SHINERAYPHOENIX 5014,2
BIG TRAIL ACIMA DE 800ccYAMAHAXT 1200 Z SUPER TÉNÉRÉ11,5
BIG TRAIL ATÉ 800ccTRIUMPHTIGER 80013
CLÁSSICAROYAL ENFIELDBULLET 50014,9
CROSSOVERHONDANC 750X12,2
CUSTOM ACIMA DE 800ccHARLEY DAVIDSONFAT BOB14,3
CUSTOM ATÉ 800ccKAWASAKIVULCAN S 65014,7
MOTONETAHONDABIZ 110i/125i7,6
NAKED ACIMA DE 800ccYAMAHAMT 09 8
NAKED ATÉ 800ccHONDACB 650F8,8
SCOOTER ACIMA DE 200ccHONDAX ADV 745cc8,2
SCOOTER ATÉ 200ccHONDAPCX 1508,8
SPORT ATÉ 800ccBMWS 1000 RR11,7
NAKED ATÉ 800ccHONDACBR 650F9,4
SPORT ATÉ 800ccHONDACG 160 8,5
TOURINGHARLEY DAVIDSONSTREET GLIDE 14,9
TRAILHONDANXR 160 BROS5,6

Ranking dos vencedores dos três primeiros colocados 

Motociclistas: quando a tecnologia salva vidas

*Por Isabelle Siqueira

Atualmente, a frota nacional de motocicletas no país é de 27,9 milhões – 90,5% maior que há 10 anos atrás -, tornando o Brasil o oitavo maior produtor do segmento no mundo. Seguindo o ritmo acelerado de busca pelo veículo de duas rodas, o índice de acidentes e mortes no trânsito também aumenta. O último balanço do Ministério da Saúde, realizado em 2017, indica que mais de 12,1 mil motociclistas morreram em um ano. Entre os fatores contribuintes para essa estatística estão a imprudência, desatenção, condições climáticas e das vias, vulnerabilidade e falta de segurança. Não bastassem esses motivos, nos últimos anos nos deparamos com a ascensão dos aplicativos de entregas e delivery, que passaram a “reforçar” este cenário negativo.

Acontece que algumas empresas passaram a estimular seus motoboys a serem mais ágeis nas entregas, passando a oferecer bonificação por metas atingidas. O problema é que quanto mais desenvolvido for o município, mais serviços de entregas estarão disponíveis ao consumidor e, com eles, mais tragédias de trânsito, principalmente em decorrência do excesso de velocidade e distrações. No ano passado, o seguro DPVAT pagou mais de 167 mil indenizações às vítimas com acidentes de moto, sendo que as regiões Nordeste e Sudeste foram as com o maior número de indenizados.

Na cidade de São Paulo, por exemplo, o volume de incidentes teve salto tão considerável, que a Prefeitura fechou, neste ano, parceria com empresas de entrega para aumentar a segurança de motoboys vinculados a plataformas e evitar acidentes no trânsito. Entre os termos firmados, as empresas se comprometeram a fazer convênios para oferecer cursos de direção defensiva a todos os seus entregadores, além de realizar campanhas de conscientização e, por último, não pagarem premiações em dinheiro a quem fizer mais entregas em menos tempo – este último fator passou a ser visto como incentivador a condutas imprudentes no trânsito.

Esta medida tem tudo para trazer impactos positivos e se mostrar um acerto, porém com ressalvas. Uma das preocupações é que da mesma maneira que o condutor de carro realiza cursos em CFCs somente com a finalidade de passar na prova final e obter sua CNH, os motociclistas também sigam a lógica de “fazer por obrigação” só para cumprir protocolo. Deste modo, vale o questionamento: como realizar treinamentos adequados para condutores de motos? Unir recursos tecnológicos é o caminho a ser seguido, pois além da capacitação adequada para que os motociclistas entendam as leis de trânsito, é possível conscientizá-los de que o mais importante são as vidas.

A partir de tecnologias imersivas com simuladores de realidade virtual e conteúdos interativos de aprendizagem, os motociclistas teriam modernidade e eficácia pedagógica na hora da capacitação. A simulação virtual, por exemplo, seria capaz de reproduzir e incorporar com realismo a condução de uma motocicleta e as situações cotidianas de trânsito como trafegar em cenários urbanos, rodovias e serras, além de possibilitar um melhor preparo para condução de motos em condições climáticas adversas como chuva, neblina, geada e neve e, também, testar e aprimorar o reflexo defensivo com intervenções de pedestres, ciclistas e obstáculos nas pisas. Junto a isso, o ideal seria estimular o aprendizado do código de trânsito a partir da parte teórica, levando também para a parte prática no simulador, em ambiente controlado.

Tão importante quanto a capacitação correta para que os motociclistas compreendam as leis de trânsito é conscientizá-los de que o principal é a preservação de vidas, sejam as deles ou de todos os outros envolvidos no trânsito. Neste sentido, a simulação virtual, antes vista como algo distante e impalpável, torna-se uma prática e sua aplicabilidade é possível e necessária para a construção de uma sociedade mais humana.

Isabelle Siqueira é coordenadora de Comunicação do Instituto Mobih

Patinetes viram meio de transporte e fabricantes inovam em modelos

O uso de modais de transporte individual alternativos aos automóveis está consagrado em Curitiba. Em ciclofaixas como as das avenidas Sete de Setembro, Mariano Torres, Comendador Franco e parques da capital do Paraná a todo instante bicicletas e patinetes transitam levando pessoas que optam por uma mobilidade urbana mais saudável, econômica e ambientalmente sustentável.

De acordo com a Prefeitura de Curitiba, desde o início do ano, quando as operadoras Yellow e Grin começaram a operar na cidade, as bicicletas e patinetes oferecidos pelo sistema de uso compartilhado têm percorrido, em média, 160 mil quilômetros por mês – para se ter uma ideia, isso equivale a mais de 25 viagens (ida e volta) entre Curitiba e Macapá, a capital mais ao norte do Brasil.

Todo esse sucesso tem despertado o desenvolvimento de novas soluções para este segmento. Uma delas é o MUV – acrônimo para “Mobily Urban Vehicle” -, fornecido pela MXF Motors, empresa da capital paranaense fundada há 12 anos. O MUV é um patinete 100% elétrico e sua bateria, com carga completa, gera uma autonomia de até 30 Km.

O equipamento é fabricado na China, e montado em Curitiba pela MXF, que comercializa o patinete elétrico para todo o Brasil.Segundo a MXF Motors, o MUV é equipado com quatro baterias de 48 V (12 Ah), bivolts (110-240). O tempo de recarga é de quatro a seis horas. Pesa 50 kg, e tem capacidade para transportar 120 kg.

A estrutura é de aço e dobrável, o que permite que caiba dentro do porta malas de um carro, por exemplo. Dispõe de freios traseiros e dianteiros e farol led. O modo de conduzir é semelhante ao de uma bicicleta: não é necessário carteira de motorista e o veículo utiliza-se das ciclofaixas e acostamentos para trânsito.

Onix surpreende por equipamentos e preços: por Fernando Calmon

Oferecer mais equipamentos em um carro inteiramente novo pelo preço anterior surpreendeu os concorrentes. Estes esmiuçaram o novo Onix e constataram “economias” que o consumidor médio não percebe. #dumano #AltaRoda #Argo #BorgWarner #Bosch #ChassisBlog #chevrolet #ColunadoCalmon #FernandoCalmon #Fiat #Argo #FORD #MercedesAMG #MercedesBenz #Mitsubishi #Onix #RodaViva #TMoto

DuMano comunicacaointegrada

Segunda geração do Chevrolet Onix não deve ter muita dificuldade de manter sua posição de liderança de cinco anos no mercado brasileiro. É mais provável até que consiga aumentar, pois a versão anterior continua em linha, como Onix Joy, e entrará nas estatísticas de vendas para robustecer os números. O hatch é um pouco menor que o sedã (Onix Plus) internamente pela distância entre eixos 5 cm mais curta. Mas espaço atrás continua melhor que na primeira geração e rivaliza com um dos principais concorrentes, o VW Polo.

O novo Onix apresenta um comportamento geral acima da média. A fábrica teve o cuidado de calibrar suspensões e direção mais voltada ao prazer de dirigir, sem torná-lo desconfortável em relação ao Onix Plus. Curiosamente, o hatch em sua versão de topo Premier pesa apenas 4 kg a menos que o sedã, 31 cm mais comprido.

A estratégia do projeto Onix foi…

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Bem-vinda(o)! Boa leitura!